Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
"Essa janela de transferências poderia existir no MotoGP. No final da época fazia mais sentido. Todas as pessoas tinham as ideias mais claras. "
Seguir Autor:
Miguel Oliveira tem contrato com a KTM até ao final do ano e já foi apontado, tanto à Ducati com à Aprilia nas últimas semanas. O piloto português lamentou que o mercado de transferências ocorra durante as corridas do Mundial de MotoGP e deu o exemplo do futebol como exemplo a copiar.
"Na minha opinião, os contratos deviam ser feitos no final da época e não antes de metade da época [acabada]. É ridículo pensar que em maio estamos a decidir os dois próximos anos. Para mim, como se faz no futebol, em que existe aquela janela de transferências, onde é possível negociar e fazer contratos… Essa janela de transferências poderia existir no MotoGP. No final da época fazia mais sentido. Todas as pessoas tinham as ideias mais claras. Nesta altura estamos numa era em que se fala muito, naturalmente. Fazer… não muito. Há que falar menos e trabalhar mais. Se nos concentrássemos todos no presente e em fazer o melhor que podemos, tínhamos todos mais a ganhar", referiu em declarações à Sport TV.
Relacionadas
Nos primeiros treinos livres, o piloto de Almada alcançou o 16º posto na Holanda depois de ter começado por um sexto lugar. A pista começou molhada e foi secando, um dos fatores que contribuiu para os melhores tempos dos adversários, mas não só.
"Estava a um ritmo bastante bom. Senti-me muito confortável com a mota. Rapidamente consegui impor um bom ritmo. Para o final da sessão queria apenas fazer umas voltas sozinho mas não consegui. Além disso, tinha na minha última volta todos os meus parciais melhorados quando o Morbidelli decidiu não continuar a sua volta. Obviamente, deixou-me com bastante tempo perdido. Tive pena por não ter completado a volta. O ritmo é bastante bom", esclareceu Oliveira.
Espanhol será o embaixador exclusivo da marca na categoria do motociclismo
Italiano passa a somar 81 pontos, mais 4 do que Jorge Martin
Piloto do Aprilia não vencia uma corrida há mais de um ano e meio
O pódio ficou completo com o espanhol Jorge Martin (Aprilia) e o italiano Fabio DiGiannantonio (Ducati)
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão