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Piloto português pareceu ter gostado da primeira impressão da M1
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Depois de dois anos a pilotar uma Aprilia que raras vezes esteve à medida do seu gosto, Miguel Oliveira teve esta terça-feira o primeiro contacto com a Yamaha que pilotará a partir do próximo ano e, a julgar pelas suas palavras, a sensação foi claramente positiva. Mesmo depois de apenas ter alcançado a 17.ª melhor marca do dia nos testes de final de época, em Barcelona.
"É algo totalmente diferente daquilo a que estava habituado. A moto é muito fácil de pilotar, dá boas sensações. Sabes sempre onde estão as rodas", apontou o português, que mesmo assim acrescenta: "O objetivo não é ter uma moto confortável, mas sim uma moto rápida".
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De resto, Miguel Oliveira enalteceu o compromisso da Yamaha em dar o total apoio à Pramac, que para todos os efeitos é a equipa satélite. "Pela primeira vez na história, vamos ter ambas as equipas a utilizar o mesmo material. Se queres reduzir a diferença para os outros é a única forma de fazê-lo".
A fechar, o piloto português aborda ainda a forma distinta de trabalhar dos japoneses, em comparação com os italianos (na Aprilia) ou até mesmo com os austríacos (na KTM). "Temos de ser muito diretos. Perguntam sempre se aquilo que dissemos é mesmo aquilo que queremos dizer. Isso é positivo, porque além dos dados recolhidos também se apoiam muito nos comentários dos pilotos. E se eles estão errados, pode provocar uma grande confusão".
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