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Português matou saudades das pistas... ainda que na terra
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Miguel Oliveira voltou finalmente a pilotar uma moto depois de dois meses fechado em casa. Ainda não é a sua KTM de MotoGP, mas os treinos de motocrosse que tem feito nos últimos dias têm ‘sabido pela vida’ depois de tanto tempo de jejum.
"Tenho sempre medo de me esquecer de como se anda de moto depois de uma longa paragem. Mas ao fim de cinco minutos percebes que ainda sabes pilotar! Tenho feio motocrosse e não caí nenhuma vez", contou o piloto de 25 anos em entrevista às redes sociais do Mundial.
Oliveira assume que a situação em Portugal está melhor e que não foi tão grave como noutros países. "A situação aqui está muito melhor. A quarentena foi difícil, tive de me adaptar a uma nova vida. Durante um mês e meio estivemos completamente fechados e penso que foi o tempo certo. O pior já passou aqui. Estamos melhor do que muitos outros países", confessou, antes de explicar que estar longe de alguns familiares foi o mais difícil. "Celebrámos o aniversário dos meus avós com um bolo no meio da rua. Foi diferente."
Com desejo de viajar, Oliveira assumiu ter matado saudades de muitas das suas comidas portuguesas favoritas – feijoada, cozido à portuguesa, bacalhau, peixe grelhado – e puxou dos galões das pistas portuguesas, lembrando que o circuito do Algarve seria ótimo para este período de exceção. "Gosto das pistas asiáticas mas as melhores do Mundo são as portuguesas. A de Portimão é muito boa. Seria fantástico uma prova lá nesta altura de distanciamento social. Temos tudo lá, há imenso espaço e acredito que fosse uma ótima opção."
Recorde-se que o Campeonato do Mundo de MotoGP está suspenso até, pelo menos, 7 de agosto (GP Rep. Checa).
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