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Qualquer que seja a porta por onde se entra no Black Badge Ghost, o resultado é o mesmo: entra-se numa câmara de luxo
Fundada em 1904 por Charles Rolls e Henry Royce, a companhia propôs-se construir "the best car in the world" – assim mesmo, em Inglês, porque há coisas que só na língua de Shakespeare ganham o seu verdadeiro valor. Se desde há 118 anos o vêm fazendo ou não, o tema pode dar azo a acalorada discussão. Mas a verdade é que já cá andam há 118 anos. E se, por um lado, não é fácil afirmar perentoriamente que se constrói "o melhor carro do mundo", por outro é difícil negar à marca esse título. É que um Rolls-Royce ultrapassa em muito o fenómeno automobilístico, popularizado em inícios do século XX e democratizado pela produção em série – algo, aliás, a que a "RR" (já fomos apresentados, permitam-nos a familiaridade do trato) nunca aderiu em absoluto. De facto, muito do trabalho envolvido no fabrico de um "Rolls" (cada vez mais tu-cá-tu-lá) ainda é manual, individual, peça a peça, executado por artesãos formados in-house e normalmente com vários anos, leia-se décadas, de experiência na função. Leia o artigo completo no 'Must'.
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