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Dia de descanso no Dakar para os pilotos e navegadores. Dia de grande azáfama para mecânicos e todo o staff de apoio. Para a grande maioria dos que chegaram o primeiro grande objetivo está cumprido. É como se tivesse terminado uma corrida e já de seguida tudo estivesse a ser preparado para o arranque da seguinte.
Uma primeira semana difícil, dura e muito exigente ao nível de navegação. Alguma navegação também um pouco artificial a meu ver, apenas para criar dificuldades acrescidas.
Nas motos tem sido um carrocel de tempo perdido (de quem abre pista) e tempo ganho (de quem parte de trás). 20 minutos entre o primeiro Toby Price e o 13º Ricky Brabec o vencedor em 2020. Mas 20 minutos, mais coisa menos coisa, tem sido o que pode perder o piloto que está na frente e ganhar o que está lá atrás pelo que está tudo em aberto.
Já nos auto estamos resumidos a um duelo entre Stephane Peterhansel e Nasser Al Attiyah. Sainz em 3º já assume que se nada de complicado acontecer aos dois será impossível reeditar o triunfo.
Nos SSV também tem havido constantes mudanças de liderança e os concorrentes da Categoria T4 estão a superiorizar-se aos da T3 (protótipos) quando deveria ser ao contrário.
Entre os portugueses excelentes corridas as de Joaquim Rodrigues nas motos e o estreante Lourenço Rosa nos SSV.
Segue-se uma sempre muito difícil etapa maratona que seguramente muito ajudará a definir classificações.
Português terminou em 18.º na edição deste ano
Piloto português despede-se da Arábia Saudita em grande
É o primeiro luso a vencer uma geral e fê-lo nos camiões
Antigo internacional italiano ainda não acredita no que aconteceu
Viúva do internacional português relatou, na primeira pessoa, o que aconteceu na noite da tragédia
Empate do FC Porto frente ao Nottingham vale 0,2 pontos
Portugal continua bem posicionado no 6.º lugar