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Piloto conta como é o acompanhamento mediático da prova
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A cobertura mediática do Africa Race é um dos pontos importantes tanto para a organização da prova como para as equipas que nela participam. Há jornalistas que acompanham presencialmente este grande evento desportivo mobilizados pelas grandes equipas que os inscrevem para divulgar os seus desempenhos desportivos. No total, são 20 os jornalistas creditados oriundos de 12 países diferentes.
Para que possam trabalhar protegidos do sol e do vento, é-lhes montada diariamente uma tenda onde são colocadas mesas e cadeiras e lhes é dado acesso à electricidade e internet. Acontece que a imprensa escrita tem vindo a perder importância e os meios de comunicação estão cada vez mais virados para a imagem. Assim, toda a gente no acampamento se "pendura" na internet que é paga previamente a "bom" preço mas que nos faz desesperar ao tentar enviar o mais pequeno e-mail que seja. Algo que a organização do rali vai ter de repensar para as próximas edições.
A acompanhar esta prova estão três fotógrafos cujas fotos disponibilizam à organização, aos concorrentes e aos media. Um desses fotógrafos chama-se Jorge Cunha e é o único português incluído na estrutura mediática desta corrida. Fotografa estes ralis em Africa desde 1999 e o Africa Race desde o seu início. Tal como os concorrentes, parte para o percurso todos os dias de manhã cedo à procura de um ponto onde possa tirar fotos fantásticas. Depois faz todos os quilómetros necessários para chegar ao próximo acampamento. Aí procura o gabinete de imprensa onde escolhe e distribui as fotos do dia. Para Portugal vêm as melhores imagens da minha equipa e do meu camião que são, na minha opinião, fabulosas.
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