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Emoção, intensidade e incerteza até ao último segundo. A final da Conferência Nacional (NFC) teve tudo e terminou com os Seattle Seahawks a erguerem os capacetes bem lá no alto, para festejarem o título de conferência e a qualificação para o Superbowl. A equipa da casa superou os rivais San Francisco 49ers numa grande batalha (23-17) e juntou-se aos Denver Broncos no evento desportivo mais mediático dos Estados Unidos.
Numa partida que colocou frente a frente duas das defesas mais dominadoras da liga, até foi San Francisco quem arrancou melhor, ao ter uma liderança de 10-3 ao intervalo. A liderar os visitantes esteve sempre o quarterback Colin Kaepernick, ora a passar (exibição mais pobre, com 130 jardas, um touchdown e 2 interceções custosas...), ora a correr (130 jardas ganhas).
Só que o atleticismo de Kaepernick não chegou para os 49ers, que viram o quarterback Russell Wilson liderar a revolta no marcador, bem coadjuvado pelo runningback Marshawn Lynch. Wilson somou 215 jardas e 1 touchdown, ao passo que Lynch ganhou 109 jardas - a 1.ª vez esta época que alguém correu para cima de uma centena de jardas contra os 49ers - e marcou um outro touchdown, que deixou o público da casa em êxtase.
No entanto, a emoção ficou toda guardada para o último período. Os Seahawks passaram para a frente com um touchdown de Wilson para Jermaine Kearse, numa jogada do 4.º "down" (se falhassem, perdiam a posse de bola), mas San Francisco teve uma derradeira hipótese. Marcharam campo abaixo e viram Kaepernick ir à procura de Michael Crabtree no canto da endzone, a 30 segundos do fim. Se agarrasse, a vitória era praticamente certa, mas Richard Sherman, um dos melhores defesas da liga, deu uma "sapatada" na bola e deixou-a à mercê de Malcolm Smith, que a intercetou e matou o encontro.
O triunfo garante a 2.ª ida ao Superbowl na história dos Seahawks, que participaram no encontro derradeiro da NFL em 2005, quando perderam com os Pittsburgh Steelers, por 21-10. As duas equipas não se defrontam em jogos oficiais desde 2010.
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