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A nova campanha da Nike, em celebração dos 30 anos do slogan 'Just do it', foi lançada apenas na segunda-feira, mas já está a dar que falar. Especialmente pelo facto de a cara principal ser Colin Kaepernick, jogador de futebol americano que protagonizou um polémico episódio em 2016, quando num encontro de pré-época dos San Francisco 49ers se ajoelhou aquando do hino nacional. Na altura, Kaepernick utilizou aquele gesto para protestar contra a violência policial a cidadãos afro-americanos, levando mesmo uma a divisão na NFL, mas também no próprio país.
Agora, sob o mote "Believe in something, even if it means sacrificing everything" (acredita em algo, mesmo que isso signifique sacrificar tudo o resto), o jogador de futebol americano é figura de um anúncio que conta ainda com a presença de outros atletas afro-americanos, tais como Odell Beckham Jr. e Serena Williams, algo que provocou reações de todos os quadrantes, alguns deles 'agressivos'.
Basta ver as redes sociais, onde são várias as publicações onde se apela à destruição de objetos da marca norte-americana, por não estarem de acordo com a decisão da Nike em apoiar a luta que o jogador iniciou em 2016. Há outras reações positivas, é certo, mas as negativas, que até levaram à criação de hashtags (#justburnit, por exemplo), multiplicam-se e podem deixar a Nike em maus lençóis. Aliás, um dos efeitos deste anúncio foi sentido na bolsa, com a marca a cair 2,7% no índice Dow Jones na sequência da polémica criada.
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