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A NFL e a Universidade de Boston fizeram um acordo com o objetivo de estudar os cérebros de alguns jogadores para analisar o impacto das lesões nas cabeças dos atletas. De acordo com o jornal "As", a liga de futebol americano vai incentivar os antigos e atuais jogadores a doarem os seus cérebros para estudos futuros no Centro Universitário de Massachussets.
Sean Morey (Arizona Cardinals), Matt Birk (Baltimore Ravens) e Lofa Tatupu (Seattle Seahawks) já se mostraram disponíveis para colaborar no estudo, num trabalho que já foi feito no boxe e no hóquei do gelo, tendo-se comprovado uma relação direta entre os traumas cerebrais sofridos no desporto e as lesões posteriores, muitas delas irreparáveis.
A parceria surge após um congresso realizado no mês de outubro, em que médicos, ex-jogadores e diretores da NFL analisaram o risco de demência e lesões neurológicas provocadas pelas lesões, tendo ainda a Liga sido acusada de não se preocupar com a saúde dos praticantes.
Em 2005 foi publicado um estudo que concluiu que os jogadores da NFL corriam um risco cinco vezes maior do que o resto da poupulação de sofrer de degeneração cognitiva e que os ex-jogadores teriam um risco 40 por cento superior de sofrer de Alzheimer.
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