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Diferença entre pontos marcados por Denver e sofridos por Seattle bate recorde...
O ataque ganha jogos, a defesa conquista campeonatos. É difícil conseguir encontrar uma situação em que esta premissa se aplique melhor do que na 48.ª edição do Super Bowl. A partir das 23 horas portuguesas, em New Jersey, no Estádio Metlife, Denver Broncos e Seattle Seahawks vão estar frente a frente. Não só são as melhores equipas das respetivas conferências durante a fase regular, como também representam o melhor ataque e a melhor defesa da Liga, respetivamente. É a quinta vez que tal acontece na história e, nesses confrontos, a defesa acabou mesmo por ganhar o campeonato. Só em 1990 é o que o ataque levou a melhor, com os San Francisco 49ers a “massacrarem” os... Denver Broncos, por 55-10.
De um lado vão estar os Denver Broncos, liderados pelo ataque aéreo do quarterback Peyton Manning. Odomínio ofensivo foi de tal forma evidente, que os Broncos marcaram 606 pontos, enquanto o 2.º melhor ataque (Chicago Bears) se ficou pelos 445. Manning tem estado praticamente impossível, como as estatísticas desta época o provam:lançou 55 touchdowns e ganhou 5.477 jardas pelo passe, marcas sem igual na história da NFL. Para se ter noção da magnitude dos números, os 55 TDs são mais do que o total (corrida + passe) de qualquer equipa.
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Só que marcar muito não garante títulos. Longe disso. Os 606 pontos são um máximo da história mas, entre as oito equipas a seguir aos Broncos no ranking de mais pontos marcados num ano, nem uma ganhou o Super Bowl. Os New England Patriots (duas vezes) e os Green BayPackers ainda disputaram a final nas respetivas temporadas, mas saíram com as mãos despidas de anéis. As estatísticas não animam os Broncos, mas saber que do outro lado vai estar a melhor defesa da Liga só deixa os fãs de Denver ainda mais preocupados.
Domínio pela força
Cada vez mais, a NFLse tem tornado numa Liga em que as jogadas através do passe e, por consequência, a aposta no ataque se intensifica. Eis que aparece Seattle para contrariar a tendência. É através de uma defesa agressiva, a roçar os limites legais, que os Seahawks têm marcado a diferença. A defesa secou constantemente os ataques adversários (14,4 pontos sofridos por jogo e 231 no total) e raramente cometeu erros em momentos chave.
Para contrariar os 37,9 pontos por jogo dos Broncos, Seattle vai apresentar a “Legion of Boom”, nome pelo qual a unidade mais recuada da defesa é conhecida. Foi através de Richard Sherman, Kam Chancellor e Earl Thomas, três das figuras da defesa, que os Seahawks conseguiram deixar a cabeça de Colin Kaepernick, quarterback dos San Francisco 49ers, em água, na final da conferência nacional.
Braço jovem
Seattle pode depender da defesa, mas não é por isso que o quarterback Russell Wilson tem de ser menos decisivo. Com apenas dois anos de experiência na Liga, Wilson, que só foi escolhido na 3.ª ronda do draft em 2011, vai à procura de manter a consistência que apresentou na época regular – lançou apenas nove interceções – e brilhar na cidade das luzes mesmo que o QB adversário tenha mais 12 anos, um título e tenha sido o MVP do Super Bowl de 2007, então ao serviço dos Indianapolis Colts. Mais logo, estarão frente a frente dois estilos opostos, dois mundos diferentes. A única garantia é que são os melhores.
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