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O Super Bowl promete amanhã (23.30 em Portugal Continental) grandes emoções na final de Miami. Não só porque a prova vai contar no "Halftime show" com a reaparição dos The Who, banda emblemática liderada pelo vocalista Roger Daltrey e guitarrista Pete Townshend, mas também porque tanto os Colts, de Indianapolis, como os Saints (New Orleans) são uma garantia para um jogo de ataque.
Será também a oportunidade para um luso-descendente voltar a vencer uma liga nos EUA, designadamente Jamie Silva (Colts), de 25 anos, depois de Mark Teixeira ter ganho as World Series no beisebol da última temporada.
É igualmente a jornada que leva ao rubro o país do Tio Sam, sendo a competição com mais audiências e também quando mais se bebe e come nos EUA, se excetuarmos o Dia da Ação de Graças.
Os eventos paralelos já começaram e ontem foi o dia da cantora luso-canadiana, Nelly Furtado, abrir as "hostilidades" na Florida.
As causas humanitárias irão marcar a 44.ª edição desta final que apurará o campeão de futebol americano. Jonathan Goodwin, dos Saints, é um herói para quem ainda tem as feridas abertas, em 2005, pelo furacão Katrina:"As pessoas de New Orleans dizem que somos a sua inspiração, mas são elas que nos inspiram."
Pierre Garçon (Colts), haitiano como Samuel Dalembert (NBA), também está emocionado, após a tragédia do sismo de 12 de janeiro:"É pelo meu povo que vou jogar."
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