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A grande dúvida para o jogo é Rob Gronkowski, “papa-jardas” dos Patriots...
A 22 de janeiro, Bill Plaschke referiu-se ao Super Bowl como um jogo que não reflete o espírito do verdadeiro “football” (futebol americano). Para o jornalista do “Los Angeles Times” e comentador da ESPN (faz parte do painel do programa “Around the horn”), a final que na madrugada de segunda-feira conhece a 46.ª edição, em Indianápolis, é apenas uma festa extravagante, à volta da qual gravitam poderosos interesses económicos, como provam os gastos com publicidade – 30 segundos custam este ano entre 2,7 e 3,1 milhões de euros.
A paixão do jogo fica pelo caminho, esgotada nos duelos das duas conferências, onde marcam presença os verdadeiros fãs, se forjam heróis e se faz história.
No fundo, New England Patriots e New York Giants, finalistas de 2012, em reedição da final de 2008 (ganha pelos nova-iorquinos), sentem que já são campeões só por terem conquistado lugar no Lucas Oil Stadium.
Leia este artigo na íntegra na edição impressa de Record deste sábado.
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