Undertaker: Morto cheio de vida

Mark Calaway é um nome que poderá passar despercebido a muita gente, mas os verdadeiros adeptos do wrestling norte-americano ficam em sentido quando ouvem falar dele. É que estas são as duas palavras que aparecem no Bilhete de Identidade de Undertaker, provavelmente a maior figura viva da World Wrestling Entertainment. Aos 43 anos, o “Morto” mostra que não basta ser jovem e ágil para dar cartas na modalidade e tem cimentado uma carreira fascinante, algo que lhe permite ser cotado como a mais proeminente figura da WWE e um exemplo perfeito de intemporalidade. No próximo dia 24 de Setembro, Undertaker vai estar em Lisboa, no Pavilhão Atlântico, para o vibrante SmackDown/ECW Live Tour, onde vai defrontar adversário à altura – Big Show. Os dois lutadores vão alinhar num “No Disqualification Match” que para muitos será o grande atractivo da noite, pois nos bastidores da organização a “reforma” do “Morto” parece já ter sido equacionada, sendo boa ocasião para assistir in loco à contenda.

Genial

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A carreira de Undertaker é uma das mais brilhantes de sempre, porque além de uma personagem aliciante, o lutador manteve uma conduta muito especial fora dos ringues, não se envolvendo em polémicas e mostrando-se pouco disponível para assuntos “extra ringue”. Uma carreira que remonta a 1990, quando deixou a WCW, onde era “Mean” Mark Callous, assinando pela WWE. Na estreia, o público delirou com o visual de “coveiro de far-west”, colocando-o no topo das preferências. Seguiram-se anos de muita acção, destacando-se as famosas querelas com Ultimate Warrior, Randy Savage e Hulk Hogan. Com o passar dos anos, as grandes estrelas foram abandonando a competição, mas Undertaker continuou firme na ligação entre antigas vedetas e novos talentos, bem como símbolo da longevidade e qualidade do espectáculo.

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