Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
As Divas são um dos elementos mais aliciantes da WWE para o público masculino. Num espectáculo que faz da virilidade e acção a sua base, muitos entendiam os motivos que levavam à ausência do elemento feminino. Mas nem todos partilhavam deste sentimento, criando-se uma força interna para que as mulheres tivessem mais relevância na trama.
A primeira Diva, ainda nos tempos da velhinha WWF, terá sido Sunny, que era agente de vários wrestlers, seguindo as pisadas de Miss Elizabeth, Sensational Sherry e Luna Vachon. Contudo, a diferença entre estas senhoras e Sunny prendia-se com o facto de esta última ser uma personagem mais sensual e que, na altura, chegou a perturbar os mais puritanos. De 1996 a 1997, nomes como Marlena, Sable e Chyna foram atingidas pela inefável luz da ribalta e o conceito foi solidificando.
Reza a lenda (e várias fontes próximas da WWE) que a ideia de ter mulheres ligadas ao wrestling foi evoluindo positivamente devido a estas pioneiras. A grande questão prendia-se com um detalhe. Deveriam as lutadoras privilegiar o espectáculo, lutando e exibindo os seus músculos quase masculinos? Ou, por outra, lutar tendo por base os atributos físicos e as cuequinhas de renda?
A decisão foi polémica, uma vez que existiam duas correntes fortes. Se Sable, que não se furtou a gritar “eu sou a diva da WWF”, em Abril de 1999 (foi a primeira vez que o termo foi usado), era uma lutadora feroz, mas que tinha no contrato a impossibilidade de tomar suplementos, de modo a não perder as formas femininas que tanto cativavam o público masculino, nomes como Chyna optaram por andar taco a taco com os homens. Aliás, foi ela que lutou pelo título da WWE e segurou o cinto de campeão (ou será campeã) intercontinental por três vezes, entre 1999 e 2000.
O tempo foi passando e rapidamente se entendeu que era o lado sexy e de formas generosas que agradava ao público. E foram criadas as Divas... Lita começou a puxar pelas mulheres em 2000, mostrando a fórmula que viria a ser adoptada: mulheres atléticas com lutas duras no ringue, mas sem perder a componente sensual. E como não há bela(s) sem senão, a polémica também se atravessou no caminho das beldades da WWE, com muita controvérsia a propósito de várias associações de defesa dos direitos das mulheres (e algumas ex-lutadoras) clamarem por respeito. Apontam o dedo à organização, garantindo que as mulheres são tratadas como meros objectos e que apenas servem de chamariz sexual para os pais dos jovens fãs da modalidade.
Críticas à parte, o Mundo parece gostar das Divas e agora até é moda a ligação das lutadoras à revista “Playboy”. Sable, Chyna, Torrie Wilson, Candice Michelle, Christy Hemme, Maria Kanellis e Ashley Massaro já foram capa da publicação. Quer se goste ou não, as Divas vieram para ficar.
Saiba tudo sobre este tema com o Meu Record. Instale-o e faça parte do mundo Record.
Antiga estrela da NBA chegou a fazer alguns combates na década de 90
Mike Raybeck 'Maxx Justin' foi atingido por um veículo enquanto vinha do trabalho
"Eu não queria perder o meu amigo. Havia um grande urso em cima dele. Eu poderia ter fugido e possivelmente perdido um amigo ou poderia libertá-lo e salvá-lo. Ouvi o urso a rosnar atrás de mim e o ouvi a andar, veio até mim e atacou, mordendo-me o braço", vincou Cummings.
Holandeses e italianos ficaram sem representantes nas provas europeias
Juiz português envolto em polémica na sequência de um lance com um ex-Benfica, no duelo entre Estrasburgo e Mainz
Sergio Bueno, treinador do Mazatlán, terá de fazer várias horas de "trabalho social orientadas para a promoção da igualdade de género".
Com a eliminação do Sporting, o nosso país fica agora apenas com FC Porto e Sp. Braga nas provas europeias