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Entre os profissionais de poker, há quem alimente até o sonho de, um dia, poder disputar uma medalha olímpica. O brasileiro André Akkari, membro da equipa PokerStars Team Pro, defende a integração do poker na categoria de desportos da mente pelo Comité Olímpico Internacional.
"Acho que o poker se inclui nessa categoria que existe no COI, da qual fazem parte o xadrez e o gamão. O xadrez há anos que luta por entrar nas olimpíadas e, se conseguir, não vejo motivos para o poker não entrar também", disse Akkari a Record Poker.
De resto, o paulista encontra uma quantidade interminável de pontos em comum entre o poker e outros desportos. "O conceito tático, por exemplo. Quando se joga um torneio multi-mesas tem de se ter um conceito tático muito grande, caso contrário não se consegue chegar longe", adverte.
E para Akkari, no Brasil, até o bluff é parecido com o futebol. "O jogador brasileiro de poker é muito intuitivo. Ele não tem muitos conhecimentos estratégicos de poker ou de valores, mas age com muita emoção. No Brasil joga-se poker e as pessoas torcem pelos jogadores como no futebol. Então, às vezes, você encontra um jogador brasileiro a fazer bluff numa situação onde mais ninguém teria coragem de fazer. Mas o brasileiro faz porque sabe que tem uma torcida inteira por trás e que o bluff passar ela vai explodir e fazer a maior festa, como se fosse um futebolista a fazer a finta mais arriscada. Os brasileiros jogam com paixão".
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