Gonçalo Saldanha foi hoje eleito presidente da Federação Portuguesa de Surf (FPS), num ato eleitoral em que era o único candidato à sucessão de João Aranha, tendo como objetivo de mandato duplicar o número de federados.
"Portugal tem condições excelentes para o surf, temos mais de 800 quilómetros de costa, e temos tido um aumento significativo de praticantes, mas não de atletas federados, sobretudo, nos escalões mais jovens, dos sub-10 e sub-12. Por isso, queremos duplicar o número de atletas federados no próximo ciclo olímpico", disse Gonçalo Saldanha, em declarações à agência Lusa.
Segundo o responsável, eleito com 86% dos votos (19 votos) e 14% em branco (três), existem atualmente cerca de 2.400 surfistas federados, mas o objetivo é conseguir conquistar mais atletas que comecem a competir mais cedo, para reforçar as bases da modalidade.
"O desafio está aí, está no trabalho com os clubes, no trabalho com o desenvolvimento de formação para juízes, para podermos ter mais campeonatos, podermos ter mais juízes, e depois, então, termos mais atletas federados", sublinhou o dirigente, após ser conhecido o resultado das eleições que decorreram na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, na qual liderava a única lista concorrente.
Gonçalo Saldanha sucede na liderança da FPS a João Aranha, que cumpriu os três mandatos permitidos pelo Regime Jurídicos das Federações Desportivas, e também se comprometeu a trazer de volta a Taça de Portugal de Surfing, e a implementar o Programa 2030 -- Heróis do Mar, de modo a promover Portugal como o destino líder em surf e desportos de ondas.
Gonçalo Saldanha é diretor na Confederação do Desporto de Portugal e é conselheiro no Conselho Consultivo da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP).
Na modalidade, é o responsável pelo departamento médico do Campeonato Nacional de surf e desempenha funções como coordenador médico na Associação Internacional de Surf (ISA) desde 2020, tendo estado presente nos Jogos Olímpicos Tóquio2020 e Paris2024 no exercício destas funções.
No âmbito académico, foi professor convidado na Universidade Lusófona, orientador de estágios para a Escola Superior de Saúde de Lisboa e colaborador em diversas iniciativas técnicas e científicas relacionadas com lesões no surf e nos desportos de natureza.
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