O líder da hierarquia mundial de ténis, o sérvio Novak Djokovic, manteve esta terça-feira o tabu sobre a vacinação anti-covid-19 e eventual participação no Open da Austrália, em janeiro, em declarações à imprensa do seu país.
O nove vezes vencedor e tricampeão em título daquele que é o primeiro Grand Slam do ano, em Melbourne, anunciou ainda o seu calendário até final da atual temporada: Masters de Paris, Turim e Taça Davis.
"Qualquer coisa que se responda - sim, não, talvez, não sei, estou a pensar (na vacinação) - vão extrapolar. Não quero participar nessas polémicas. É um assunto privado", afirmou, criticando a comunicação social por alegadamente alimentar "pânico e medo" junto das populações.
Na última edição do Open da Austrália, os atletas com contactos com pessoas infetadas, por exemplo, nos longos voos até à Oceânia, foram forçados a 14 dias de isolamento, independentemente de estarem ou não vacinados contra o SARS-Cov-2.
"Vai haver bastantes restrições, tal como este ano, não deve diferir muito. Não se pode esperar que um tenista profissional esteja nesse tipo de quarentena, sem sair do quarto de hotel, e continue a jogar a bom nível. O pior é um aumento do risco de lesões", continuou 'Nole'.
Ainda assim, o tenista de 34 anos e que já triunfou na Austrália nove vezes, manifestou o desejo de defender o título, apesar de considerar que muitos jogadores vão equacionar a presença na Austrália, caso se mantenham aquelas regras.
O primeiro-ministro do estado australiano de Vitoria, Dan Andrews, anunciou, entretanto, que serão rejeitados os vistos aos atletas não vacinados.
"O vírus não olha à classificação no ranking, nem ao número de torneios conquistados", disse.
Djokovic tem estado ausente da competição desde a derrota na final do Open dos EUA, diante do russo Daniil Medvedev, início de setembro.
O sérvio falhou assim o recorde de 21 títulos do 'Grand Slam' e a ultrapassagem aos mais consagrados Roger Federer (Suíça) e Rafael Nadal (Espanha), respetivamente atuais 11.º e quinto da lista mundial.
Por Lusa
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