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Federico Gómez partilha testemunho impressionante nas redes sociais
Federico Agustín Gómez, tenista argentino que ocupa o posto 135 do ranking ATP, deixou um testemunho impressionante nas redes sociais. Apesar dos títulos nos Challengers de Milão, Trieste e Guayaquil, Federico revela que tem passado por diversos problemas pessoais nos últimos meses e chega mesmo a falar em suicídio.
"Querido ténis... O desporto que me deu tudo e que, ao mesmo tempo, me tirou tantas outras coisas. Lamento ter batido no fundo do poço, mas ao mesmo tempo quero agarrar-me a esta situação para ganhar algum impulso e empurrar-me para cima para voltar à superfície. Não consegui falar com ninguém sobre o assunto, por isso procurei a melhor opção na minha opinião. Isto pode ser uma surpresa para muitos, mas 2024 foi sem dúvida o melhor ano da minha carreira de tenista, mas também o pior ano a nível pessoal, e o ano passado não foi exceção. Os últimos 6 meses foram dos mais difíceis que alguma vez vivi enquanto ser humano. Vivi com pensamentos de deixar completamente o ténis, de me questionar se tudo isto valeria realmente a pena e até, em várias ocasiões, pensamentos suicidas de não querer viver mais e deixar este mundo, o que é muito difícil para mim expressar, mas queria que soubessem para que possam compreender ações ou comportamentos que possivelmente tive nestes últimos meses. É-me muito difícil escrever tudo isto sem chorar, mas penso que é a melhor decisão que podia ter tomado nesta altura para me livrar deste peso enorme que sinto na minha cabeça 24 horas por dia, 7 dias por semana", escreveu Federico, explicando os motivos que o forçaram a fazer esta partilha.
"Não estou a escrever tudo isto à procura de um minuto de fama, mas estou a fazê-lo para que saibam e compreendam que todos nós temos lutas internas que vivemos apesar de não serem mostradas ou escondidas diariamente .... Espero que, depois de me abrir um pouco (algo que é tão difícil para mim), possa sentir-me um pouco melhor comigo mesmo e ser capaz de viver um pouco mais pacificamente a fazer o que adoro, que é jogar ténis. Estou grato por ter as pessoas à minha volta que tentam tirar o melhor de mim, apesar de ser uma tarefa muito difícil. Vou tentar recuperar a alegria natural que me caracterizava e, sobretudo, voltar a sentir-me bem comigo próprio, sabendo que "não há problema em não estar bem". Como já disse, é muito doloroso para mim abrir-me desta forma, mas senti a necessidade de vos contar um pouco da minha situação. Ainda estou à procura do meu melhor. Vou trabalhar para encontrar o bem-estar emocional que outrora senti."
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