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Arranca amanhã o ATP Challenger 100, torneio que marca o início da temporada internacional do ténis em Portugal, mas haverá muito mais para ver ao longo do ano nos courts nacionais, com a presença de tenistas de renome nacional e internacional. O nosso destaque, claro, vai para os principais tenistas portugueses da atualidade. Fique a conhecê-los!
É o melhor jogador português da atualidade. É o único, além do já retirado João Sousa, conquistador de quatro títulos ATP, a ter ganhado um título no circuito principal. Em 2024, sagrou-se campeão do ATP 250 de Bastad, na Suécia, dois anos após ter feito a festa nos pares do Millennium Estoril Open ao lado do amigo Francisco Cabral. Em 2025, em Roland Garros, tornou-se no primeiro tenista luso a levar a melhor sobre um top-10 num Grand Slam. Casper Ruud, para o efeito. Cumpriu os estudos universitários nos Estados Unidos antes de abraçar o profissionalismo.
Jaime Faria é um dos oito portugueses da história do ténis nacional a ter figurado no top-100 mundial. Em 2024 teve ascensão meteórica depois de, entre fevereiro e março, ter conquistado quatro ITF’s no Algarve, numa sucessão de 20 vitórias. Nessa mesma temporada sagrou-se campeão no Oeiras Open, ATP Challenger que se realiza no Jamor, e ainda em Curitiba, no Brasil. Nessa temporada, melhorou o melhor ranking 24 vezes – iniciou 2024 como 411.º mundial e, em fevereiro de 2025 era 87.º. No Open da Austrália de 2025, com 21 anos, passou o qualifying e tornou-se no mais jovem português a passar uma ronda no quadro principal de um major desde Nuno Marques (1991). Foi travado por Novak Djokovic, mas roubou um set ao recordista de títulos do torneio. Filho de uma psicóloga e de um curador de museus, é fanático pelo Sporting.
Formado na escola da Maia, aos 15 anos Henrique Rocha rumou a Lisboa para integrar a equipa do Centro de Alto Rendimento da Federação Portuguesa de Ténis. Tem como hobbie jogar cartas, mas é com a pancada que gosta de dar diretrizes no court. A conquista no ATP Challenger de Múrcia (março de 2024) permitiu a Henrique Rocha juntar-se a Nuno Marques como únicos adolescentes portugueses a conquistar um título challenger desde 1978. Integrando a Seleção Nacional na Taça Davis, em 2024, em casa da Noruega, fez história ao vencer Casper Ruud, tornando-se no primeiro português ganhar a um top-10 (o ex-n.º 2 mundial era nono à época) na mais importante competição por equipas.
Francisco Cabral alcançou o melhor ranking de sempre de um português, quando se tornou número 19 mundial de pares, após entrar em 2026 a sagrar-se campeão ATP, pela sexta vez, no ATP 250 de Brisbane. Numa variante na qual se tornou especialista, abdicando de uma carreira nos singulares, tem o currículo recheado de 34 títulos internacionais. Ao dois ATP conquistados em 2022 ao lado de Tomislav Brkic (Gstaad) e do compatriota Nuno Borges, em 2025, o portuense somou mais três – Atenas, Hangzhou e Gstaad –, numa metade de temporada épica, depois firmar parceria com o austríaco Lucas Miedler, com o qual conquistou ainda os ATP Challenger de Madrid e Bordéus, tendo ainda discutido as finais no ATP 500 de Viena e no ATP 250 de Winston-Salem e do Millennium Estoril Open, então ATP Challenger 175.
Encerrou 2025 a igualar o recorde de nove títulos consecutivos de campeã nacional absoluto de Sofia Prazeres. Conquistou o W50 na Guimarães natal, em mais um duelo difícil com a irmã mais nova Matilde Jorge, ao lado da qual venceu os sete títulos internacionais de 2025, o 24.º troféu de pares conjunto das irmãs de um total de 35 no currículo de Francisca que contabiliza dois WTA 125. No ranking mundial da variante, a vimaranense integrou o top-100 (99.º). desde 2018 é uma das peças fundamentais da Seleção Nacional da Billie Jean King Cup.
Tal como a irmã mais velha, Matilde Jorge também fez história integrando o nome no top-100 de pares, quando subiu a 98.ª da hierarquia WTA a 20 de outubro de 2025. Na tabela de singulares, após uma temporada de troca de lugares cimeiras com Francisca Jorge, a mais nova das vimaranenses foi 212.ª a 8 de setembro do ano passado. Sagrou-se campeã no W50 de Montemor-o-Novo, conquistando o segundo troféu de singulares. Nos pares, todavia, totaliza 29 títulos, oito deles o ano passado e sete ao lado da irmã.
É a número três nacional e, depois de entrar na maioridade em 2025, libertando-se das restrições competitivas, a antiga campeã nacional de sub-14 e duas vezes vencedora do Campeonato Nacional de sub-16, pôde competir em mais torneios e mostrar o talentoso ténis que a levou a ser chamada à Seleção Nacional sénior com 15 anos. Em 2025, ano em que se estreou como campeã em torneios internacionais, nos pares do W15 de Lousada, ao lado de Ana Filipa Santos, a ribatejana filha de pais ucranianos deu nas vistas no WTA125 do Porto, ao atingir os quartos de final, tendo discutido o acesso à final no W50 de Évora, com vitória sobre Matilde Jorge pelo meio, no W35 de Loulé, aí ganhou a Francisca Jorge, e no W15 de Lousada.
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