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Tenista português venceu este sábado torneio ATP de pares, em Atenas
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Francisco Cabral terminou a "melhor época" da carreira com o título de pares em Atenas, ao lado de Lucas Miedler, mas o tenista português lamenta não ter conseguido ser alternate das ATP Finals por apenas 15 pontos.
"É mais uma semana excelente, em que o objetivo foi concluído, que era ganhar o torneio. O outro objetivo, que era também ser alternate nas ATP Finals, não foi conseguido por 15 pontos, mas acaba por não manchar aquilo que foi esta semana novamente e um ano em grande", resumiu o portuense, de 28 anos, em declarações à Federação Portuguesa de Ténis.
Francisco Cabral conquistou hoje o quinto título ATP em pares, ao impor-se, ao lado do austríaco Lucas Miedler, ao mexicano Santiago González e ao neerlandês David Pel na final do torneio de Atenas, pelos parciais de 4-6, 3-6 e 10-3, em uma hora e 17 minutos.
"Este título acaba por representar um bocadinho aquilo que foi o nosso trabalho, a nossa consistência, a nossa capacidade de luta ao longo do ano inteiro. Acho que, mentalmente, foi uma semana dura para nós, porque o plano inicial era não vir aqui, mas, a partir do momento em que ainda havia possibilidades matemáticas de estar em Turim, decidimos fazer o esforço", detalhou.
A dupla luso-austríaca procurava estar como suplente nas ATP Finals, que arrancam no domingo na cidade italiana, mas não conseguiu ultrapassar os franceses Sadio Doumbia e Fabien Reboul, derrotados por González e Pel na sexta-feira nas 'meias' do torneio grego.
"A partir dos quartos-de-final, que foi no dia em que os franceses ganharam e se apuraram para as meias-finais, a motivação desceu um bocadinho, porque sabíamos que Turim já não era possível, mas acabámos por decidir lutar, ficar e dar-nos mais uma oportunidade de acabar um ano em grande e felizmente aconteceu", revelou.
O título hoje conquistado em Atenas é o terceiro de Cabral ao lado de Miedler, após os conquistados em Hangzhou e Gstaad.
O portuense e o austríaco, 27.º da hierarquia de pares, iniciaram a sua parceria apenas em abril e chegaram ainda às finais de Viena e Winston-Salem e às 'meias' do Masters 1.000 de Paris, na semana passada.
"[É] a melhor época da minha carreira. Ganhei três títulos, fiz final em Viena, meias-finais num Masters 1.000, portanto acaba por ser um ano cheio de coisas boas e só me deixa muito orgulhoso e com muita vontade de trabalhar, para em 2026 voltar a ter uma grande época", concluiu.
Melhor português de sempre nos rankings ATP, Cabral, que esta semana entrou no top 20 mundial de pares, tem no currículo ainda títulos no Estoril Open, ao lado do compatriota Nuno Borges, e Gstaad, em dupla com o bósnio Tomislav Brkic, ambos em 2022.
Com o cetro em Atenas, Cabral isola-se também como português com maior número de títulos no circuito ATP, descolando de João Sousa, que somou quatro em singulares.
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