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Tenista sérvio conta meandos da primeira viagem que fez aos Estados Unidos
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Se hoje é um dos mais bem sucedidos tenistas de sempre, com 24 títulos em torneios do Grand Slam e 100 troféus ATP conquistados - além de uma conta bancária certamente bem recheada -, o início da carreira de Novak Djokovic não foi pera doce, ainda para mais tendo crescido num país em guerra. O sérvio contou num podcast algumas das agruras por que passou e os sacrifícios que o pai teve de fazer para que o pequeno 'Djoko' pudesse singrar num desporto tão exigente.
"Para uma empreitada tão grande como viajar para os Estados Unidos era necessário juntar uma grande quantia de dinheiro que, na altura, para a viagem, alojamento, e tudo o mais equivalia a cerca de 5.000 dólares (cerca de 4.300 euros, ao câmbio de hoje). Para lá ficar e suportar tudo, era preciso garantir dinheiro suficiente, sob todos os aspetos. E, naquela altura, encontrar essa quantia era praticamente impossível. O meu pai recorreu àqueles famosos agiotas, criminosos que na altura eram os únicos dispostos a emprestar dinheiro à vista, mas com juros altíssimos", explicou Djokovic.
E contou como tudo de processou: "Quando foi pedir o dinheiro, o meu pai disse quanto precisava e porquê. Eles perguntaram 'estás com pressa?'. Ele respondeu que sim, que estava com pressa, porque os torneios iam começar em breve. E eles disseram 'bem, os juros são... não sei, 15-20%, mas como estás com pressa, serão 30%'. Que podia ele fazer? Cerrou os dentes, estendeu a mão e disse "bem, seja o que for, arranjarei maneira de te pagar'", lembrou o tenista, acrescentando que "foram tempos difíceis" e que "há histórias que não se podem contar publicamente". "Perseguições de carros e outras coisas, enquanto tentava sobreviver. No final, conseguiu devolver tudo, mas foi um momento muito difícil. Esta história, que eu não conhecia na altura, foi mantida em segredo."
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