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Sérvio diz que "é tempo de fazer algo e abordar o sistema, porque é evidente que a estrutura não funciona assim"
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O tenista sérvio Novak Djokovic tornou esta segunda-feira público o descontentamento de "vários jogadores" com o desenrolar do caso Jannik Sinner, que acordou com a Agência Mundial Antidopagem (AMA) uma suspensão de três meses, que pouco afeta a sua temporada.
O atual número um do mundo, Sinner, não perde nenhum Grand Slam, nem o seu estatuto de líder com esta sanção devido ao teste positivo para clostebol detetado nos controlos antidoping realizados em março passado.
"Falei com vários jogadores no balneário. Não só nos últimos dias, mas também nos últimos meses. A maioria deles não está satisfeita com a forma como todo este processo foi conduzido e não o vêem como justo. Muitos acreditam que houve favoritismo", disse Djokovic na conferência de imprensa após o encontro de pares no torneio de Doha, que disputou com o espanhol Fernando Verdasco.
Djokovic, que é o sétimo classificado no ranking ATP, admitiu que parece que os melhores jogadores têm mais oportunidades de se defenderem em tais situações e até de influenciar o resultado.
"Parece que se pode influenciar o resultado se se for um jogador de topo e se tiver acesso aos melhores advogados e tudo mais", disse o vencedor de 24 torneios do Grand Slam, destacando situações que considera "estranhas".
"Sinner e Swiatek são inocentes, está provado. Sinner está suspenso por três meses por causa de alguns erros de membros da sua equipa a trabalhar no circuito. Isto é algo que eu e outros jogadores achamos estranho", acrescentou.
Novak Djokovic comparou estes testes positivos e as suas consequências com os de outros atletas. "Vimos os casos de Simona Halep e Tara Moore e de outros jogadores menos conhecidos que lutaram durante muito tempo para resolver os seus casos e foram suspensos por longos períodos. É tempo de fazer algo e abordar o sistema, porque é evidente que a estrutura não funciona assim", disse o sérvio, que voltou a competir em Doha após a lesão sofrida no Open da Austrália.
E rematou: "Sinner e Swiatek eram os números um do mundo. Vamos ver o que acontece no futuro, mas acho que é muito injusto. Vamos ver o que acontece e a situação noutros casos de jogadores de nível inferior".
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