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Tenista espanhol acusou metilfenidato nas análises de urina recolhidas em fevereiro de 2022
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O tenista espanhol Fernando Verdasco, antigo top-10 do ranking ATP e atual 125.º do mundo, foi condenado a dois meses de suspensão por doping, por se ter esquecido de prolongar uma autorização de uso terapêutico.
Verdasco acusou metilfenidato, uma substância estimulante do sistema nervoso central, nas análises de urina recolhidas por ocasião do torneio do Rio de Janeiro, do circuito Challenger, em fevereiro de 2022.
A Agência para a Integridade do Ténis (AIT) aceitou as explicações do tenista, que alegou ter uma autorização de uso terapêutico, mas que a mesma expirou e que se esqueceu de a renovar.
Já após a análise positiva, Verdasco renovou e obteve a autorização, com a AIT considerou que o espanhol "não tentou fazer batota" e reduziu uma suspensão de dois anos para dois meses, que o jogador, de 39 anos, aceitou.
De acordo com a Agência, Verdasco, que foi sétimo do mundo em 2009, ano em que foi semifinalista no Open da Austrália, pode regressar aos courts a partir de 9 de janeiro do próximo ano.
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