Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Eduardo Bolsonaro considera que o sérvio "optou pela liberdade"
Seguir Autor:
Eduardo Bolsonaro, filho do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e deputado federal do país, saiu em defesa de Novak Djokovic, o tenista sérvio que foi deportado da Austrália depois de o seu visto ter sido revogado por não ter a vacina contra a covid-19.
"Se vencesse o Grand Slam de Melbourne, o sérvio Novak Djokovic bateria Roger Federer e tornar-se-ia no maior campeão de Grand Slam de todos os tempos. Optou pela liberdade e hoje torna-se num líder mundial nessa área, enquanto vídeos bizarros da Austrália inundam a internet", escreveu o filho do presidente brasileiro nas redes sociais.
Relacionadas
Djokovic - que tem 20 títulos em torneios do Grand Slam, os mesmos que Roger Federer e Rafael Nadal - já deixou o país e não vai poder disputar o Open da Austrália.
As autoridades francesas também já fecharam as portas de Roland Garros se o tenista sérvio se mantiver intransigente relativamente à vacinação.
Se vencesse o grand slam de Melbourne o sérvio Djokovic @DjokerNole bateria Roger Federer e se tornaria o maior campeão de grand slam de todos os tempos. Optou pela liberdade e hoje torna-se um líder mundial nesta área, enquanto vídeos bizarros da Austrália inundam a internet. pic.twitter.com/ZQ75MepjB3
— Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) January 16, 2022
Portugueses avançam em São Paulo e Split respetivamente
Tenista polaca, número três mundial, trabalhou com Wim Fissette durante ano e meio
Tenista espanhol derrotado pelo norte-americano Sebastian Korda
Espanhol deixou de treinar 'Carlitos' em dezembro de 2025
Extremo 'explode' nas redes sociais
Antigo treinador de Sporting e Real Madrid tem 77 anos
Incidente deu-se no encontro com Quinta dos Lombos a que o ala assistiu. Jogava o seu filho
Bruno Andrade, extremo do AFC Rushden & Diamonds, é um jogador livre