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Família do tenista e até o presidente da Sérvia apontam o dedo às instalações da unidade hoteleira
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O Park Hotel Melbourne, onde se encontra Novak Djokovic desde quinta-feira após o seu visto ter sido cancelado, está a gerar controvérsia na Sérvia, tendo sido descrito pelo presidente sérvio, Aleksandar Vucic, como "infame", o qual pediu mesmo para que Djokovic fosse transferido para outra unidade hoteleira o mais rápido possível.
O tenista sérvio foi transferido para o hotel, onde muitas das pessoas que têm de fazer quarentena à chegada ao país ficam e ainda onde estão hospedados alguns refugiados, e lá terá de ficar, pelo menos, até segunda-feira, dia em que deverá chegar um recurso contra a sua deportação pelo sistema judicial australiano. As manifestações à porta do hotel têm-se multiplicado.
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A unidade hoteleira é de quatro estrelas e está localizada nos subúrbios de Carlton. Nas paredes podem ver-se protestos contra a detenção de refugiados que foram transferidos para a Austrália. Em outubro último, o 'The Guardian' deu conta de que alguns funcionários do hotel o apelidaram de "incubadora" da Covid-19.
Também o canal '7News' avançou que 90% das infeções por Covid-19 no estado de Victoria, em outubro, tiveram origem no Park Hotel Melbourne, sendo a ventilação insuficiente apontada como principal causa.
Mas as críticas ao hotel não se ficaram por aqui, já que também a mãe do tenista sérvio, Dijana Djokovic, apontou o dedo às instalações esta quinta-feira.
"Está detido como um prisioneiro, isto não é justo, não é humano. O alojamento é horrível. É um hotel pequeno para refugiados, com insetos. É sujo, a comida é péssima e não lhe dão a oportunidade de mudar-se para uma casa que já está alugada", frisou acerca da unidade hoteleira que foi mesmo catalogada como "horrivel" pelo jornal sérvio 'Telegraf'.
"O hotel de terror onde Novak está hospedado tem uma história horrível, uma onda mortal espalhou-se a partir de lá", escreveram.
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