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Depois de vencer os dois encontros de singulares frente à congénere espanhola
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A seleção de Itália fez história este domingo ao conquistar o terceiro título consecutivo da Taça Davis, depois de vencer os dois encontros de singulares frente à congénere espanhola, na final disputada em Bolonha.
Matteo Berrettini, número 56 do ranking ATP, ofereceu o primeiro ponto à equipa anfitriã, após um triunfo relativamente fácil sobre Pablo Carreño-Busta (89.º ATP), com os parciais de 6-3 e 6-4, em uma hora e 19 minutos, e colocou nas mãos do compatriota Flávio Cobolli a decisão da eliminatória.
Mas, depois de Berrettini somar a terceira vitória da semana, o número um transalpino, face às ausências de Jannik Sinner (2.º ATP) e Lorenzo Musetti (8.º ATP), sentiu grandes dificuldades diante de Jaume Munar (36.º ATP), que se mostrou muito forte e só cedeu ao cabo de três sets, pelos parciais de 1-6, 7-6 (7-5) e 7-5, e de duas horas e 57 minutos de duelo.
Munar, número um espanhol, dada a ausência de Carlos Alcaraz (1.º ATP) e Alejandro Davidovich Fokina (14.º ATP) entrou mais assertivo e consistente, fazendo dois 'breaks' de entrada, e, surpreendendo o jovem adversário, de 23 anos, fechou o set inaugural por 6-1, em apenas 35 minutos.
Flávio Cobolli, que figura no 22.º lugar na hierarquia mundial, ainda foi quebrado na abertura da segunda partida, mas reagiu de imediato e conseguiu levar a decisão do encontro para o 'tie-break', antes de festejar a vitória italiana no terceiro e equilibrado set, só resolvido no 11.º jogo, quando fez o 'break' e serviu para o 7-5.
Itália tornou-se assim, sem precisar de discutir o encontro de pares, na primeira seleção a conquistar a Saladeira três anos consecutivos, desde que foi abolido o Challenge Round (campeã em título apurava-se diretamente para a final do ano seguinte) na Taça Davis em 1971.
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