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Tenista russa, de apenas 17 anos, superou na final a dinamarquesa Clara Tauson
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A tenista russa Mirra Andreeva tornou-se este sábado, aos 17 anos e 299 dias, a mais jovem a vencer um torneio WTA 1.000, ao derrotar em dois parciais a dinamarquesa Clara Tauson, na decisão do evento do Dubai.
Na maior cidade dos Emirados Árabes Unidos, a 14.ª classificada da hierarquia mundial impôs-se em piso duro à 38.ª por 7-6 (7-1 no tie-break) e 6-1, ao fim de uma hora e 46 minutos, suplantando o recorde de precocidade da número três WTA, a norte-americana Coco Gauff, que triunfou em Cincinnati em 2023, quando tinha cerca de 19 anos e meio.
Andreeva conquistou o segundo título de singulares na carreira, após o WTA 250 de Iasi, na Roménia, em 2024, e vai ascender ao nono lugar na próxima atualização do ranking, sendo a primeira jovem de 17 anos no top 10 desde a checa Nicole Vaidisova, em 2007.
Semifinalista em Roland Garros no ano passado e medalha de prata no torneio de pares dos Jogos Olímpicos Paris'2024, a russa dominou a checa Marketa Vondrousova, antiga número seis mundial e atual 39.ª, na segunda ronda, a polaca Iga Swiatek, segunda, nos 'quartos', e a cazaque Elena Rybakina, sétima, nas 'meias', no trajeto vitorioso no Dubai.
Criada em 2009, a categoria WTA 1.000 reúne os dez torneios mais prestigiados do ténis feminino, com exceção do quarteto de Grand Slams (Open da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open), e nunca tinha tido uma vencedora com idade inferior a 19 anos.
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