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Uma clara ausência de estratégia em relação ao funcionamento do Centro Nacional de Treino; falta de planeamento nas selecções nacionais; entrega de documentos directamente aos atletas sem papel timbrado da federação e a omissão de critérios para as selecções nacionais foram o somatório de questões que levaram a Associação Portuguesa de Treinadores de Ténis a votar contra o Plano de Actividades e Orçamento da Federação para 2004.
A situação mereceu o sinal de alerta por parte de Mário Azevedo Gomes no plenário e agora em declarações a Record, o actual presidente da Associação Portuguesa de Treinadores vinca a sua posição e considera que “não podia, de forma alguma, passar um cheque em branco à direcção. O que está em causa não são as pessoas, é a maneira como o programa foi apresentado. De facto, não podemos aceitar – e por isso votámos contra – que não haja uma palavra sobre a estratégia do Centro Nacional de Treino, quando tinha sido acordada com a antiga Comissão de Gestão que durante o mês de Outubro fosse concluído o plano estratégico do Centro para 2004”, observa o antigo director técnico nacional da FPT.
Sendo claro que o Centro Nacional de Treino tem sido o ponto de discórdia e que tem alimentado muita polémica, Mário Azevedo Gomes sustenta que ainda não foi suficientemente bem explicada a saída ou o despedimento do técnico Miguel Soares. “Pelo que ouvi, não acredito que fosse a Câmara da Maia a invocar qualquer razão que levasse ao seu despedimento.”
O rol de situações em que está em desacordo continua e no que se refere ao planeamento das selecções nacionais, Mário Azevedo Gomes diz que não lhe foi dada a possibilidade de analisar o programa de actividades das selecções. “Uma coisa é o trabalho individual dos jogadores, outra é o trabalho das selecções. E não posso compreender nem aceitar que existam jogadores convocados que recebam o programa das selecções directamente dos capitães, quando esse programa não foi feito em papel timbrado da Federação. As selecções devem ter uma linha orientadora uniforme e a Federação deve assumir esse papel. Cada capitão não pode fazer nas selecções nacionais aquilo que muito bem lhe apetece”, assevera o presidente da Associação de Treinadores, colocando “muitas reservas sobre algumas matérias” para acrescentar: “É, no mínimo, estranho que a Federação venha agora adoptar estágios mensais quando não há dinheiro para isso e essa é uma má política. Não faz sentido, porque os melhores atletas têm os seus próprios programas individuais e não podem estar disponíveis para estágios mensais. Aliás, a informação que tenho é que os atletas para os estágios têm de suportar as despesas de alimentação e transporte. Não faz sentido adoptar essa política, pois os melhores valores não irão estar presentes e iremos estar a promover as segundas linhas. Ora, isso não é o trabalho e a filosofia de uma selecção nacional.”
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