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Em causa está a decisão de Wimbledon em proibir a participação de jogadores russos e bielorrussos na edição deste ano do Grand Slam de relva
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A decisão de Wimbledon em proibir a participação de jogadores russos e bielorrussos na edição deste ano do Grand Slam de relva não está a cair bem em determinados setores, inclusive entre a elite da modalidade.
A mais recente voz a criticar a decisão do torneio britânico é nada mais que Rafael Nadal. "É muito injusto para os meus colegas", disse o espanhol, para depois questionar: "Que culpa têm eles do que se está a passar com a guerra. Sinto muito por eles", frisou, numa referência ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
Para Rafael Nadal, é necessário que os agentes do ténis, nomeadamente os jogadores, tomem uma posição sobre o boicote a russos e bielorrussos decretado por Wimbledon e justifica as razões. "Vamos ver se tomamos uma decisão. Quando um Governo decreta as suas leis, há que cumpri-las. Mas não é o caso. Wimbledon optou por uma decisão sem ser obrigado a isso", disse o maiorquino, nº 4 do ranking mundial, ele que já venceu 21 provas do Grand Slam, duas delas na relva britânica.
"Os Grand Slams são os torneios onde mais pontuamos, por isso é muito injusto para os jogadores que ficam fora por estas razões."
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