Com o objetivo de fazer a melhor campanha de sempre na Liga dos Campeões, o Benfica inicia hoje a sua caminhada europeia, tendo pela frente o campeão alemão Berlin Recycling, equipa que ficou em 5.º lugar nas últimas quatro edições da Champions. Na sua quarta participação na elite, as águias têm como melhor registo o 9.º/12.º posto da prova em 2022, quando terminaram o seu grupo em 3.º (duas vitórias). As águias, que na temporada anterior perderam os seis jogos disputados na fase de grupos, querem começar com uma surpresa na Alemanha.
"Esperamos um jogo difícil, porque o Berlin está habituado a disputar esta competição. Eles têm um investimento muito forte a pensar nas competições da Alemanha e da Europa. Nós estamos um pouco mais verdes em termos de aparições na Champions, mas estamos bem preparados. A equipa tem treinado bem e estudámos bem o adversário, que tem muita qualidade. Não tem grandes expoentes individuais, mas é forte a nível coletivo e vai-nos colocar dificuldades", analisou Marcel Matz à BTV, técnico que destacou ainda a evolução das águias a nível internacional: "Quando cheguei ao clube, estávamos a jogar a Challenge e estabelecemos o objetivo de disputar a Champions. Queríamos dar esse passo para crescermos e para que os adeptos pudessem assistir a jogos de um nível mais elevado e com os melhores jogadores".
Já Peter Wohlfahrstätter está entusiasmado. "Vamos defrontar uma equipa grande e famosa, que costuma ter 10.000 pessoas no seu pavilhão", referiu.
Por Diogo JesusProvas terão lugar nos dias 14 e 15 de março
Leões triumfam por 3-1 na receção aos alemães
Águias vencem (3-1) em Guimarães na 18.ª jornada do Campeonato
Líder do Campeonato abriu a 18.ª jornada
Campeão PSG lidera a lista
Associação de Futebol daquele país quer aproximar-se das principais liga europeias
Benfica foi quem mais amealhou
Avançado inglês estava sem clube depois de ter rescindido com o Chelsea
Ex-internacional francês implicado na nova 'fornada' de documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA
Gianni Infantino defendeu o levantamento das restrições, mas Ceferin mostra-se irredutível na sua posição