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Equipa nacional prepara participação no Torneio WEVZA, que se realiza em Portugal em janeiro
O Voleibol português vive um momento de notável dinamismo, cimentado pelo empenho da FPV na formação. Este trabalho já rende frutos visíveis, materializados nas históricas qualificações das seleções jovens e seniores para os Campeonatos da Europa de 2026.
Neste momento, a atenção concentra-se nas seleções de Sub-18, que enfrentam a exigente 1.ª Ronda de apuramento (Torneio WEVZA), crucial para garantir a presença na fase final do Europeu.
O percurso de qualificação assenta no trabalho diário e concentrado dos jovens atletas. Os Sub-18 masculinos dedicam-se a intensas sessões de treino, de 2.ª a 5.ª feira, das 18h30 às 21h30, na Escola Básica e Secundária Carolina Michaelis, no Porto, preparando-se para o Torneio WEVZA que se realizará em Portugal, de 6 a 10 de janeiro de 2026, com o objetivo de alcançar a fase final em Itália (julho).
Este esforço no alto rendimento é cada vez mais notório com a chegada às seleções de jovens com maior dimensão atlética. Contudo, o trabalho da formação transcende o campo de jogo, sendo crucial para encontrar o talento, mas, sobretudo, para formar cidadãos e garantir que o Voleibol de alto nível terá “bons cidadãos” no futuro. A presença nas seleções jovens é, em si, um indicador de sucesso e um passo essencial para atrair mais praticantes.
A motivação e a coesão são pilares essenciais neste processo. Diogo Rosa, o Selecionador, sublinha a importância do espírito de equipa forjado no treino: “Eles vão criando diariamente uma união que nos dará uma força extra e mostrará que somos uma equipa que efetivamente consegue reagrupar-se e voltar à luta e, se calhar, nos momentos mais difíceis, dar a volta por cima”.
Rosa destaca, ainda, o valor da WEVZA (Western European Volleyball Zonal Association) como o palco ideal para o desenvolvimento dos jogadores, pois “é muito importante pelo contacto que eles conseguem ter com o contexto internacional, com outras realidades de Voleibol, e isso faz-nos muito bem e os jogadores crescem muito”.
O espírito de luta é partilhado pelos atletas. O capitão Vasco Redondo assume a responsabilidade de liderança, função que “às vezes não é fácil”, e de “ter a responsabilidade de motivá-los, incentivá-los e mostrar-lhes que o nosso objetivo é apurar-nos para o Europeu e eu estou aqui também para ajudá-los a manter o foco nisso.” Redondo revela entusiasmo com a atitude do grupo: “Estão cheios de força; voltaram das férias todos com a adrenalina lá em cima. Está tudo com força para bater na bola e eu gosto de ver isso, gosto de os ver assim motivados”.
O bom ambiente e o progresso coletivo são evidentes. Bernardo Oliveira, jogador oriundo de SãoMiguel (Açores), testemunha a rápida integração e a evolução do grupo: “Fui muito bem acolhido e integrei-me nos treinos como se fosse um jogador normal. A evolução é muito grande em todos. Noto que estão mais fortes, consigo perceber que eles trabalharam muito em conjunto”.
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