«Já demonstrámos que somos capazes de jogar com equipas fortes fisicamente, como foi o caso de Cuba»
Por seu lado, o capitão da Seleção Nacional, Alexandre Ferreira, está de regresso às escolhas do selecionador após debelar uma lesão no ombro. Na antevisão, o internacional português assumiu a vontade de querer ajudar o grupo "nem que seja para fazer um ponto", sublinhando que "o pior já passou" para Portugal.
"Tem sido uma evolução muito boa. A equipa médica diz que tem sido uma recuperação rápida e temos feito tudo para acelerar o processo, para ver se consigo dar uma ajuda na equipa na segunda-feira. Não vai ser fácil. E preciso continuar a trabalhar a parte física, com fisioterapia. E esperar que consiga jogar na segunda-feira, pelo menos, nem que seja para fazer um ponto, para ajudar a equipa a ter um resultado positivo. É a parte mais difícil para mim, estar aqui, estar com o grupo, estar dentro da competição, mas ao mesmo tempo não conseguir estar dentro de campo e poder dar o meu contributo naquilo que eu faço melhor, que é fazer pontos. Está a ser difícil, custa, mas também tento me focar naquilo que eu posso acrescentar à equipa e dar à equipa da parte de fora."
E continuou: "Eu sinto a equipa mais tranquila, ou seja, para nós o pior já passou, o nosso principal objectivo era passar a fase de grupos, sabendo que ia ser muito difícil, e foi até ao fim, ou seja, muito nervosismo desde o primeiro até o último jogo, muito stress, até ao último para saber se realmente passávamos ou se não passávamos… Houve uma enorme descarga emocional, e agora eu acho que o grupo está muito mais tranquilo, porque também é um jogo só, tudo ou nada, não temos nada a perder. A Bulgária é uma equipa muito forte fisicamente, mas também tem os seus pontos fracos, debilidades, e é nisso que nós temos que nos focar, e também já demonstrámos que somos capazes de jogar com equipas fortes fisicamente, como foi o caso de Cuba, portanto, isso também não vai ser nenhum entrave ou não nos vai meter medo, e é nisso que nós estamos focados."