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O treinador Francisco Fidalgo considerou hoje que a "experiência e união do grupo" foram determinantes no 16.º título conquistado pelo Sporting de Espinho no campeonato português de voleibol, após vencer o Vitória de Guimarães por 3-0 na final.
"A experiência e união do grupo foram decisivos em momentos cruciais, como hoje no terceiro set e neste último (3-1). Hoje, mais uma vez, fizeram a diferença", vincou.
O técnico elogiou o Vitória de Guimarães - "uma excelente equipa, que deu muita luta e valorizou o nosso triunfo" -, mas considerou que a sua equipa foi "justa campeã".
"O 3-0 final no 'playoff' é justo, mas convém realçar que foi muito equilibrado, conquistado set a set, frente a uma excelente equipa. O Vitória de Guimarães venceu bem na Taça de Portugal, mas no campeonato fomos melhores", frisou.
Por seu lado, o capitão Miguel Maia não tem dúvidas da justiça do título, pois "em cinco desafios nesta época, o Sporting de Espinho venceu quatro".
"Foi um jogo difícil e de emoções. O Vitória de Guimarães construiu uma equipa forte, apostou na Liga dos Campeões com um plantel bastante caro, mas o 4-1 em triunfos esta época torna-nos num campeão esclarecedor", concluiu.
Queixas da arbitragemMenos convencidos estiveram os vitorianos, que se queixaram do azar e, principalmente, da equipa de arbitragem, que consideraram ter sido "determinante" no desfecho da partida.
"Tivemos de defrontar duas equipas, o Sporting de Espinho, muito forte, e uma arbitragem que não esteve bem. Não a podemos criticar demasiado, porque dependemos sempre de nós para ganhar, mas quem viu o jogo avaliará o seu desempenho. Em consciência, eles não podem estar satisfeitos com o que fizeram", comentou Rogério Paula.
O treinador garante que a sua equipa "só atirou a toalha ao chão no último ponto, sendo guerreira até ao fim, a sua identidade ao longo de toda a época".
"Eles tiveram mérito, mas, mais uma vez, as lesões não nos favoreceram. O Eurico Peixoto entrou muito bem, mas retirou-nos outras opções ao assumir lugar de libero (lesão de Filipe Cruz). Fomos condicionados por este e outros factores", lamentou.
Nelson Brizida era dos jogadores mais inconformados: "Estou muito triste por tudo o que se passou. Não tenho dúvidas de que fomos prejudicados pela arbitragem. Não bastava a lesão do Filipe Cruz. No terceiro set, em que dominávamos, o árbitro foi decisivo e deu como válidas duas bolas que foram fora".
"Com isso - e os amarelos - foram quatro pontos contra nós e entregaram o triunfo ao Espinho. Não nos permitiram discutir o título até ao fim", queixou-se.
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