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As declarações do selecionador nacional de voleibol feminino após o desaire no jogo da fase de qualificação para o Euro'2023
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Hugo Silva, selecionador nacional de voleibol feminino, lamentou este sábado a derrota (0-3) de Portugal frente à Hungria em jogo do grupo C, a contar para a fase de qualificação do europeu feminino de voleibol de 2023, disputado hoje no pavilhão municipal de Santo Tirso.
"À primeira vista, foi um jogo mau. Agora a experiência e as rotinas desta equipa húngara, que nós já sabíamos ser forte, 'pesou' em relação à paciência necessária para se jogar com uma equipa deste género", começou por dizer o treinador português, em declarações citadas pela Lusa.
Dou o exemplo da potência que colocávamos num ou noutro ataque, e elas defendiam. Nunca tivemos a calma necessária para finalizar numa segunda ou numa terceira bola. Desesperámos um bocadinho aí. Também fraquejámos um bocado na receção, mas mais ainda no ataque.
"Temos de melhorar muito no nosso ataque e fazer chegar um bocadinho mais a receção às nossas distribuidoras, para depois tomarmos as opções mais corretas. Entre as jogadoras que poderiam desequilibrar mais da nossa parte, a Julia [Kavalenka] não teve um jogo muito feliz. As coisas vão melhorar. Este é o primeiro jogo. É preciso ver o que correu menos bem e corrigir o que há para corrigir", acrescentou, terminando: "Vamos jogar com Chipre, equipa que não conhecemos, pois não temos ainda jogos delas, mas temos de assumir a responsabilidade [de conseguir] a vitória. Depois temos de lutar com a Ucrânia, uma equipa do nível desta Hungria. Se queremos estar na fase final [do europeu], temos de fazer um bocadinho mais do que hoje."
Já a internacional portuguesa Margarida Maia assumiu que Portugal esteve uns furos abaixo diante da Hungria. "Hoje, não fomos nós, claramente. Não é esta a nossa imagem. Podemos dar muito mais do que o que demos hoje. Esperávamos que elas nos dificultassem no serviço, e foi isso que aconteceu, mas, muitas vezes com 'bola perfeita', não conseguimos fechar os ataques. A defesa delas era muito boa. Não estando a fazer pontos, entrámos em desespero. Elas estavam a defender tudo, o que nos dificultou ainda mais [a tarefa]."
E prosseguiu: "Depois deste jogo, temos de dificultar mais [a tarefa ao adversário] no terceiro toque. Não vamos encontrar equipas como o Luxemburgo, na Silver League europeia [disputada em maio e em junho]. O nível dos adversários é o da Suécia [vencedora da Silver League na final com Portugal] para cima. Temos feito um trabalho fantástico até ao momento. Temos treinado muito, a 100%. Acredito que nos vamos apurar. Vamos lutar por isso."
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