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Selecionador nacional de voleibol feminino elogiou as suas jogadoras após a vitória sobre Chipre
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Hugo Silva realçou que a chave do triunfo de Portugal diante do Chipre esteve na forma como a equipa encarou o encontro, que decorreu em Santo Tirso.
"O jogo só foi conseguido assim, porque respeitámos muito o adversário, porque assumimos a responsabilidade de ganhar o jogo da forma mais rápida possível. Confio em todas as atletas, mas só posso jogar com seis, mais a líbero. [As jogadoras menos utilizadas em partidas anteriores] estiveram muito bem e não me surpreenderam. Sei o que elas valem nos treinos e sabia que iriam responder desta maneira", começou por referir o selecionador nacional de voleibol feminino.
"Se a equipa estivesse mais solta nos [dois] jogos com a Ucrânia e [no jogo] com a Hungria, poderíamos ter acrescentado algo ao que fizemos. Mas essa falta de confiança é fruto da falta de experiência a este nível. Qualquer atleta experiente sabe lidar com o peso da derrota ou do jogo menos conseguido", frisou, perspetivando o duelo com a Hungria.
"Queremos aproveitar o jogo [com a Hungria] para nos aproximarmos do nível de equipas como essa e lutar por cada set, por cada ponto. Sempre jogámos assim", vincou.
Já Ana Figueira, jogadora da Seleção Nacional, realçou a importância da vitória, apesar de já não contar para o apuramento para a competição. "É sempre bom terminar o dia com uma vitória. Apesar de a vitória de hoje não contar muito para as contas, fica sempre bem darmos o nosso melhor e sairmos daqui com uma vitória por 3-0, em que praticamente não demos hipóteses ao adversário. A equipa teve noção da responsabilidade de vencer o último jogo em casa", afirmou, olhando também ao último jogo desta qualificação.
"O jogo [com a Hungria, no sábado] vai-nos pôr à prova. O jogo em casa [derrota por 3-0] deixou-nos um sabor agridoce. Não correu como queríamos. Vamos jogar com um adversário mais acessível do que a Ucrânia e tentar o nosso melhor. Vamos tentar pelo menos ganhar um set", concluiu.
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