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O capitão da selecção portuguesa de voleibol, João José, reconheceu à Agência Lusa que o apuramento para o Mundial, que tem o início na Póvoa de Varzim, de 27 a 31 de Maio, vai ser "muito complicado".
O emigrante, que se sagrou pentacampeão da Alemanha pelo Friedrichshafen, defende que "não se podem esperar resultados imediatos" da renovada selecção, novamente orientada pelo cubano Juan Diaz.
Portugal vai disputar o Grupo G de qualificação para o Mundial de 2010, a realizar na Póvoa de Varzim, com as selecções da Grécia, Eslovénia, Dinamarca e Roménia. Os três primeiros classificados avançam para a fase seguinte.
"Vamos tentar. Esperamos que tudo corra tão bem como em 2000 e 2001, em que atravessámos um processo semelhante de renovação, mas vai ser muito difícil", defendeu João José. O objectivo, de acordo com o capitão, "é desenvolver um bom trabalho de base, interligando os jogadores mais experientes com os novos, e construir uma plataforma sólida para encarar com optimismo o futuro".
"Temos que olhar para a frente, para daqui a 2, 3 ou 4 anos, para o futuro. A meta tem que ser essa e o trabalho de base tem que ser desenvolvido já hoje", sustenta o experiente líder do conjunto. João José defende que "a experiência é fundamental, mas não é tudo. Sem a vontade de querer ganhar e mostrar serviço típicos da juventude, as coisas ficam mais difíceis. Dai a importância de integrar os jovens".
João José, descoberto para a selecção por Juan Diaz, que levou Portugal ao oitavo lugar do Mundial da Argentina, em 2002, encara de forma "muito positiva" o regresso do treinador cubano.
"Quando veio para cá foi muito importante e quando saiu foi o fim de um ciclo. Ficámos todos tristes, pois estávamos a trabalhar bem e a relação era boa entre os jogadores e o treinador", recorda.
O jogador ressalva que os jogadores se queixavam porque era um nível de trabalho muito elevado, mas sempre tiveram consideração para com Juan Diaz, responsável pela evolução sem precedentes do nível do voleibol luso. "O seu regresso poderá ser determinante para que este grupo jovem possa dar o salto", defendeu João José, que aponta como objectivo, a curto prazo, o apuramento para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.
Em relação aos seus objectivos pessoais, João José, de 30 anos, pretende continuar ao serviço dos alemães do Friedrichshafen por mais 1 ano. "A minha relação com o clube é muito boa e depois logo se vê". "Eles gostam de mim e eu gosto de estar lá, mas também já vou fazer 6 anos no Friedrichshafen (clube pelo qual se sagrou campeão europeu) e penso que está na altura de pensar em fazer algo diferente", acrescentou.
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