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Selecionador analisa desempenho nacional depois do adeus nos oitavos de final
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Portugal foi esta segunda-feira eliminado pela Bulgária, nos oitavos de final do Mundial, e João José reconhece que foi um encontro difícil para a sua seleção. O treinador analisou o encontro, set a set.
"Foi uma partida difícil em todos os aspetos, quer emocionalmente quer fisicamente. Conseguimos entrar forte no jogo, a Bulgária respondeu bem, acabamos por quebrar a meio do 'set' e ficou difícil recuperar. Conseguimos manter o ímpeto no segundo 'set', bem focados naquilo que precisávamos de fazer - estávamos a fazer coisas bem, mas tínhamos que as fazer ao longo de mais tempo -- mas acabamos por quebrar no final e eles acabaram por fechar. No terceiro caímos um pouco, não conseguimos entrar fortes e acabámos por colapsar e seguiu de forma natural até ao final", considerou.
Depois, o antigo jogador deixou uma certeza: "Temos que querer estar aqui [no campeonato do Mundo] mais vezes. Temos que defrontar as grandes equipas, Cuba Estados Unidos e Bulgária para evoluir e estar aqui mais vezes. Temos que ambicionar voltar aqui. É extremamente difícil, agora que acabaram as qualificações e é tudo por 'ranking'. Significa que temos que fazer as coisas bem durante mais tempo. Temos que continuar a pensar e planear e temos que perceber o que fizemos bem e aquilo que precisamos de melhorar para voltar a estar aqui. E o próximo Europeu é já uma oportunidade".
Já Alexandre Ferreira, capitão de Portugal, lamentou não ter podido jogar mais. "É um misto de emoções o facto de não poder contribuir mais com a minha presença dentro de campo para a equipa. Deixa-me um bocado triste, não vou negar. Tentei ajudar o máximo de fora. Obviamente é um campeonato do Mundo, estamos no topo dos topos, o palco mais alto em que podemos estar e o saldo é positivo, uma boa prestação, ajudou-nos a subir no 'ranking', dá a possibilidade de nos manter aqui e estar presente no próximo mundial e é nisso que nos temos que focar e dar mérito. Temos que dar mérito ao adversário. Obviamente muito fortes no jogo. Acabamos por recuperar no segundo 'set' em que se tivéssemos ganho a dinâmica poderia ter sido diferente. Mas [a Bulgária] é uma seleção que está habituada a este nível e o aspeto físico deles é muito superior ao nosso".
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