Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
O treinador do Benfica, José Jardim, considerou esta quinta-feira que a "chave" para o triunfo no segundo jogo da final do playoff com o Sp. Espinho pode estar na capacidade da sua formação "jogar como equipa".
"Temos de ser personalizados e nunca deixarmos de ser uma equipa, mesmo nos piores momentos do jogo", disse José Jardim, lembrando que uma partida de voleibol "é muito flutuante em termos de vantagens e desvantagens e que os erros acontecem por demérito próprio ou mérito do adversário".
Para Jardim, se o Benfica conseguir "ser uma equipa" em todos os momentos do jogo "estará mais perto de o vencer", esperando que "o fator casa também jogue a favor" dos encarnados, os quais, no primeiro jogo do playoff (será decidido à melhor de cinco jogos), foram a Espinho, num ambiente adverso, vencer por 3-2.
O técnico benfiquista lembrou que o fator casa nem sempre tem sido determinante, dando o exemplo de um ano em que o Sp. Espinho perdeu o playoff trazendo uma vantagem de casa, tendo-a perdido, recuperado depois, para voltar a perdê-la.
"O Sp. Espinho é uma equipa muito batida nestas-finais em que esteve em vantagem e desvantagem, mas nós queremos compensar isso com vontade de vencer, trabalho e o apoio do público", afirmou Jardim, apelando aos adeptos benfiquistas a estarem presentes em força no sábado no pavilhão da Luz, pelas 16 horas.
Lembrou que o Benfica tem enfrentado ambientes adversos com "grande tenacidade", nomeadamente nas meias-finais com o Vitória de Guimarães e no primeiro jogo do playoff com o Sp. Espinho, esperando por isso sentir o apoio do público benfiquista.
Sendo o segundo jogo do playoff, Jardim qualifica-o como "importante, mas não decisivo" no que considera ser "uma caminhada dura e longa", que pode obrigar à disputa de cinco jogos de "elevado grau de intensidade".
Quanto à pressão subjacente ao facto do Benfica não ser campeão desde 2005, Jardim disse sentir-se "sempre pressionado a ganhar", prometendo "lutar até à exaustão" pelo título, que é "uma prova de regularidade", ao contrário da Taça perdida este ano pelo Benfica para o Castêlo da Maia, a primeira na carreira do técnico.
"Foi uma experiência que não está esquecida, mas se não vivo dos triunfos do passado também não posso estar a pensar na amargura dessa derrota, mas sim aprender com elas", observou José Jardim, lembrando que o Benfica "festejou exuberantemente" a eliminação do Vitória de Guimarães nas meias finais por "querer muito estar na final e ganhá-la".
O atacante brasileiro Pedro Ornelas, "pedra" preponderante da equipa esta época, prevê "um jogo complicado pela qualidade da equipa do Espinho", mas lembra que o Benfica "foi lá vencer o primeiro jogo, o que dispensa mais comentários".
"Vai ser um passo de cada vez e este jogo vai ser tão difícil quanto o último", prevê o voleibolista "encarnado", que gostaria de ver "o pavilhão cheio de benfiquistas", cenário que somente observou em fotos relativas à conquista do título de 2005: "Espero que suceda de novo porque ainda não tivemos essa força dos adeptos esta época".
Fator casa não tem sido decisivo nestas meias-finais
Águias não facilitaram na viagem a Matosinhos e venceram por 3-0
Quarto jogo das meias-finais disputa-se este sábado
Portugal vai disputar a Liga Europeia, que é uma nova competição
Triunfo tranquilo por 4-0 frente ao Al Wasl de Rui Vitória
Holandeses e italianos ficaram sem representantes nas provas europeias
Juiz português envolto em polémica na sequência de um lance com um ex-Benfica, no duelo entre Estrasburgo e Mainz
Rui Costa protagonizara momento naquele espaço antes do início do dérbi entre Sporting e Benfica