Juan Diaz: «Aceitar a disciplina»


No rescaldo da poule de apuramento para o Mundial, em que Portugal não logrou a qualificação, o selecionador nacional chegou à conclusão que há matéria humana para criar uma seleção de futuro, mas refere que as portas estarão sempre abertas para os jogadores que este ano estiveram ausentes, tais como Nuno Pinheiro, Eurico Peixoto, Hugo Gaspar ou Roberto Reis.


"Nem agora, nem da primeira vez que estive aqui, fechei a porta fosse a quem fosse. O regresso desses jogadores será sempre uma situação para analisar com o grupo de trabalho", explica o técnico luso-cubano, de 60 anos. Mas um possível regresso passará sempre pelo cumprimento de regras. "Não fazia sentido estar a chamar um jogador uma semana antes da poule de apuramento para o Mundial. Era desrespeitar o grupo de trabalho, aqueles que durante cinco meses estiveram aqui. A porta está sempre aberta para os que aceitarem a disciplina."


Desde abril, altura em que oficialmente arrancaram os treinos da Seleção, a equipa técnica tem trabalhado com um grupo que chegou a ter 24 jogadores. "É verdade que não há muitos atletas, mas estamos a tratar de conseguir isso, incorporando os mais novos na equipa principal. Neste momento existem 4 a 5 jogadores com potencial, que trabalhando bem podem ter grande futuro na Seleção."


O técnico, de resto, considera que, apesar do falhanço do apuramento, a época até foi positiva, face à ausência de alguns jogadores e à inexperiência de outros. "Vencemos o nosso torneio de apuramento e ficámos em 3.º na Liga Europeia."

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