Juan Diaz: «Acredito nos jogadores que tenho ao dispor»

Juan Diaz: «Acredito nos jogadores que tenho ao dispor»
Juan Diaz: «Acredito nos jogadores que tenho ao dispor»

Depois de ter levado Portugal às fases finais do Campeonato do Mundo de 2002 e do Campeonato da Europa de 2005, Juan Diaz volta a estar associado a mais um feito histórico do voleibol nacional, com a qualificação para o Europeu do próximo ano, carimbada no último fim-de-semana na Holanda.

O técnico luso-cubano, de 61 anos, recusa ficar com os louros todos, bem como a comparação com José Mourinho. "Não creio que seja o maestro. Acontece que o meu principal objetivo é motivar os jogadores, fazer com que eles acreditem ser possível. Para além de termos de trabalhar os aspetos tático e técnico, é também importante a vertente psicológica", salienta.

A força mental parece ser a receita do sucesso de Juan Diaz na Seleção Nacional, pese embora os muitos entraves que vai encontrando, como a saída de alguns preponderantes jogadores, ou ainda o pouco tempo de trabalho que teve para preparar, por exemplo, o apuramento ao próximo Europeu. "Acredito nos jogadores que tenho ao dispor. É com eles que temos de trabalhar. Na minha opinião, Portugal até conta com jogadores que podem ter um futuro brilhante, mas temos de trabalhar, precisamos de tempo, pois não há milagres. Nesta altura o mais importante é estabilizar o grupo. Por exemplo, o distribuidor, o Tiago Violas, é o segundo ano que está na Seleção e jogou muito bem esta poule de apuramento", frisa o técnico luso-cubano.

Ausentes

Sobre os jogadores que num passado recente também estiveram ligados ao Mundial de 2002 e ao Europeu de 2005 e agora estão ausentes da Seleção por opção própria - Hugo Gaspar, Nuno Pinheiro, Eurico Peixoto, entre outros -, Juan Diaz não se alonga, garantindo que prefere falar dos que estão de corpo e alma na equipa.

"Não quero falar dos que não estão cá. Não conto com eles. Conto com aqueles que têm a disposição de estar cá sempre que for preciso e não quando eles querem", afirma, numa tirada que, naturalmente, revela algum desconforto em relação à ausência de vários elementos que ajudariam, com toda a certeza, Portugal a apresentar uma equipa ainda mais forte.

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