Marcel Matz: «Já jogámos várias vezes fora no ‘mata-mata’»

Técnico do Benfica acredita na passagem à fase de grupos da Liga dos Campeões

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• Foto: Vítor Chi

Marcel Matz quer viajar na próxima semana até à República Checa para retificar a derrota sofrida esta quinta-feira à noite pelo Benfica na Luz, por 3-2, na primeira mão da terceira e última eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões.

"Estes dois sets colocam-nos na série, pois eles têm de vencer lá também. Já jogámos várias vezes fora no ‘mata, mata’",  frisou o treinador brasileiro.

Sobre o embate desta quinta-feira com os campeões checos, o Karlovarsko, o treinador das águias disse ter-se tratado de "um jogo de alto nível, de detalhes": "Eles jogam bem, conseguem controlar bem a bola, reconstroem a jogada até fazer o ponto. Tivemos de arriscar um pouco mais e por isso errámos mais do que eles". 

"Tivemos a nossa chance no segundo set [Benfica esteve a liderar por 15-9] e no primeiro até estivemos a 13-14".

Na segunda mão, o Benfica tem de vencer pelo menos por 3-2 para forçar o set de desempate.  Mas se ganhar por 3-0 ou 3-1, fica logo apurado. Aos checos, basta o triunfo, seja por que resultado for, para se qualificarem.  E a receita parece simples. "Temos de colocar mais agressividade", frisou por sua vez o brasileiro Raphael Oliveira. "A missão para a segunda mão é difícil, mas agora a pressão está do lado deles". 

Para o atacante, que foi o terceiro melhor pontuador dos campeões nacionais, com 11 pontos, atrás dos 19 de Hugo Gaspar e André Aleixo, os checos tiveram "mérito" na vitória na Luz, com "um serviço constante". Já o Benfica, refere ainda Oliveira, não praticou o melhor voleibol da equipa. "Acredito até que o adversário tenha achado que foi um jogo atípico da nossa parte", frisou o brasileiro.

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