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Além do valor como atleta, reconhecido a nível internacional, Miguel Maia tem, na sua atitude como cidadão, grande sentido de humildade e total disponibilidade para colaborar e responder afirmativamente aos pedidos e desafios que lhe são lançados. Daí o carisma que lhe é reconhecido, dentro e fora da família do voleibol.
Há pouco tempo assumiu as funções de treinador-jogador e foi nessa qualidade que ergueu a Taça de Portugal, a oitava como atleta, mas primeira como técnico. “Sinceramente, como treinador, não tem qualquer valor acrescido. Já como atleta considero muito bom, pois há sete anos que o clube não ganhava este troféu e, por isso, estou feliz.”
Dadas as dificuldades da gestão treinador-jogador, Maia não esconde a receita do sucesso e, de uma forma clara, esclarece: “Os treinos são planeados com tempo e, logo que entre no campo para orientar os trabalhos e para jogar, a minha influência termina.”
Sobre o futuro, nomeadamente a continuidade como técnico do Sp. Espinho e final da carreira como jogador, a resposta surge sem hesitações. “Quanto a continuar a ser treinador, o clube terá de convidar-me. Nas circunstâncias actuais, assumi o cargo por reconhecer que tinha capacidades e, como capitão, aceitei. Aquilo que se vai ouvindo é que a equipa anda há alguns anos à procura de um técnico estrangeiro”, explica o distribuidor, que não coloca de lado fazer carreira nessa área. “No final do percurso como jogador pode ser um dos cenários, pois os conhecimentos adquiridos dão-me estatuto para ficar ligado à modalidade.”
Campeão a seguir
Depois da Taça, segue-se a final do campeonato, à melhor de cinco jogos e de novo com o Vitória de Guimarães como obstáculo a superar. Miguel Maia volta a evidenciar grande respeito pela equipa opositora. “Não vai ser fácil, porque estão presentes os melhores e vão proporcionar confrontos muito emotivos. Este grupo de atletas está habituado a jogar finais. E já atingimos parte da meta, que era estar novamente na discussão do título.”
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