Portugal diz adeus ao sonho da Liga Mundial

Tal como no primeiro duelo, Portugal entrou a ganhar e pelo mesmo resultado (25-20). Mas à imagem do que havia acontecido na estreia em San Juan, as maiores frescura e experiência dos da casa voltaram

Portugal diz adeus ao sonho da Liga Mundial
Portugal diz adeus ao sonho da Liga Mundial

Portugal voltou a perder frente a Porto Rico, deixando cair por terra o desejo de figurar entre os países que na próxima temporada vão disputar a Liga Mundial.

Perante um Coliseu Roberto Clemente a roçar a lotação esgotada, a Seleção Nacional, orientada por Juan Diaz, voltou a ceder diante do conjunto porto-riquenho. E o segundo embate com a turma de Carlos Cardona quase se escreveu pelas mesmas linhas, tortas para o prisma lusitano.

Tal como no primeiro duelo, Portugal entrou a ganhar e pelo mesmo resultado (25-20). Mas à imagem do que havia acontecido na estreia em San Juan, as maiores frescura e experiência dos da casa voltaram a inclinar a quadra. Porto Rico arrumou o 2.º set com dez pontos à maior e fez o mesmo no 2.º, vencendo por 25-18.

A aventura portuguesa em San Juan haveria de terminar pouco depois, quando Porto Rico fechou o 4.º set (25-22) e ganhou o direito a defrontar a China na derradeira etapa do playoff de acesso à Liga Mundial.

“Não há muito a dizer sobre este segundo jogo… Porto Rico foi superior nos dois desafios. Há que felicitá-los e desejar-lhes muita sorte para a eliminatória com a China”, considerou João José, atleta dos alemães do Friedrichshafen e capitão da Seleção Nacional.

Já o Selecionador Nacional, Juan Diaz, lembrou a importância de “não esquecer a excelente temporada que estes atletas protagonizaram”, considerando que não é fácil manter a constância de resultados numa fase tão avançada da época: “Há muito pouco tempo saímos de Espanha com o troféu da Liga Europeia na mão. Essa era a grande meta destes jogadores e não é fácil fazer com eles consigam manter o mesmo rendimento quando todos eles pensavam já estar de férias nesta altura. Foi preciso dar-lhes descanso antes de virmos para cá porque são humanos. Depois, é difícil fazer com que voltem ao mesmo nível num período tão curto.”

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