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Campeãs mundiais em 2018, 'vice' europeias e medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos foram superiores na final
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A Sérvia sagrou-se este sábado bicampeã do mundo de voleibol feminino, após vencer o Brasil na final, por 3-0, em Apeldoorn, nos Países Baixos.
As campeãs mundiais em 2018, 'vice' europeias e medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos foram superiores e impuseram-se às vice-campeãs em Tóquio2020 pelos parciais de 26-24, 25-22 e 25-17.
As 'canarinhas' até começaram por dominar o primeiro 'set', chegando aos 7-3 e detendo a derradeira vantagem aos 18-17, contudo a formação balcânica acabou por ser mais forte nos momentos decisivos: apesar de desperdiçar duas bolas de 'set', para permitir o 24-24, a Sérvia fecharia a 26-24.
A mesma história no segundo jogo, com as brasileiras a comandarem por 9-5 e 16-13, até se 'eclipsarem' e permitirem um parcial de 7-0 que colou as adversárias na frente, por 20-16, vantagem que geriram sem problemas até aos 25-22.
O conjunto europeu entrou mais forte no terceiro 'set', chegando aos 10-6 e 16-8, uma folga que as campeãs no mundo mantiveram, impondo-se em concludente 25-17 ante as rivais que nunca conseguiram o título mundial.
"Estou muito feliz e extremamente orgulhosa por fazer parte desta equipa. Agradecer a toda a gente pelo ambiente incrível e pelo apoio fantástico nestas semanas, sobretudo a quem veio da Sérvia. Faremos tudo para continuarmos a ganhar mais títulos no futuro", disse, no final, Tijana Boskovic, a maior referência das campeãs.
A Itália, campeã da Europa e 'vice' mundial, que tinha sido afastada pelo Brasil (3-1), levou o bronze após bater os Estados Unidos, a quem a Sérvia tinha eliminado pelo mesmo 3-1, por 3-0, pelos parciais de 25-20, 25-15 e 27-25.
Com o segundo título, a Sérvia juntou-se à China com dois cetros, atrás de Cuba e Japão, com três, numa competição dominada pela Rússia com sete títulos [cinco dos quais conquistados pela antiga União Soviética]: Estados Unidos e Itália celebraram uma vez.
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