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O luso-brasileiro, que tem integrado a Seleção Nacional, revelou que a competição está parada na Grécia, por a Federação e os clubes estarem sem dinheiro. É que o governo não paga, há dois anos, os su
Frederico Siqueira confirmou ao nosso jornal a grave crise que atravessa o voleibol grego, para onde se transferiu esta temporada, jogando no EA Patron. O luso-brasileiro, que tem integrado a Seleção Nacional – esteve na conquista da Liga Europeia de 2010 –, revelou que a competição está parada na Grécia, por a Federação e os clubes estarem sem dinheiro. É que o governo não paga, há dois anos, os subsídios, sendo já a dívida de 1,2 milhões de euros.
“Esse não é o único problema. No nosso clube, por exemplo, os diretores estão à espera que os patrocinadores também paguem para poderem liquidar os ordenados dos jogadores e staff técnico. O meu caso não é dos piores, pois só tenho um mês de ordenado em falta e não tenho filhos e mulher. Mas os que estão aqui desde setembro, alguns com família, filhos incluídos, estão em situação mais complicada. Estamos todos muito apreensivos”. Mas há ainda outros casos bem mais complicados. “O preparador físico disse-me que não ficava mais no clube. Ele e outros elementos do staff não receberam nem um ordenado. Estão a trabalhar há 3 meses sem ordenados.”
Prazo. O central, que na época passada jogou no campeonato belga, espera que os problemas sejam resolvidos o mais depressa possível. “Foi-nos prometido pelo presidente do clube que tudo estaria resolvido até ao final de novembro... Isso não aconteceu. Agora pediu-nos que esperássemos até ao dia 10 deste mês.”
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