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Confederação Brasileira de Voleibol fica seis meses sem receber fundos e Banco do Brasil ameaça deixar patrocínio
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O voleibol profissional do Brasil está a passar por um momento muito complicado, na sequência da suspensão de cinco anos aplicada ao oposto Wallace de Souza. O jogador, de 42 anos, promoveu uma sondagem na sua página no Instagram em que perguntava se Lula da Silva merecia um tiro na cara e acabou afastado da modalidade até 2028 pelo Conselho de Ética do Comité Olímpico do Brasil.
Ainda assim, a sanção não se fica por aqui. A atitude de Wallace de Souza traz igualmente consequências à Confederação Brasileira de Voleibol, que fica seis meses sem receber os recursos financeiros e o material desportivo a que teria direito, e ainda ao seu presidente Radamés Lattari Filho, que fica afastado por um ano.
A situação pode, contudo, agravar-se mais ainda, visto que o Banco do Brasil está a estudar a possibilidade de deixar de patrocinar a CBV. Algo que, a juntar à falta de fundos financeiros nos próximos seis meses, torna difícil a qualificação das seleções masculina e feminina para os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. É que, sem este apoio financeiro, o Brasil teria muita dificuldade em participar no torneio Pré-Olímpicos e também noutras competições que também são pontuáveis para o acesso às olimpíadas.
A CBV já reagiu ao sucedido, tendo prometido "fazer todos os possíveis para minimizar os possíveis prejuízos da sanção", ao contrário da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que não se pronunciou até ao momento.
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