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O norte-americano pedia 100 milhões de dólares ao n.º 1 mundial
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O processo que exigia 100 milhões de dólares (cerca de 92 milhões de euros) movido pelo xadrezista americano, Hans Niemann, contra o norueguês Magnus Carlsen, n.º 1 do mundo, e o site Chess.com, por ser acusado de fazer batota em torneios presenciais e online foi arquivado por um juiz federal do Missouri, Estados Unidos. De acordo com o juiz, a sentença não tem direito a recurso.
Carlsen nunca acusou frontalmente Niemann sobre o jogo que perdeu na Sinquefield Cup em St. Louis, a 5 de setembro do ano transato, mas abandonou a competição, deixando a suspeita.
O ex-campeão mundial aproveitou a ocasião, na sua conta do Twitter, para citar José Mourinho: "Se disser o que penso, expulsam-me."
Já na online Julius Baer Generation Cup, Carlsen abandonou em apenas duas jogadas contra Niemenn como forma de protesto e escreveu nas redes sociais: "Niemann fez batota, recentemente, e não o admitiu publicamente. Nos momentos críticos não estava concentrado, nem demonstrava stress."
O antigo campeão mundial e ex-treinador de Carlsen, o russo Garry Kasparov, criticou o norueguês e pediu-lhe provas concretas sobre as acusações ao comportamento de Niemann, de 20 anos, que admitira ter feito batota em torneios online há uns anos atrás.
Carlsen não alimentou mais o assunto, mas os advogados de Niemenn entraram com uma ação, a 19 de outubro, por difamação da honra, justificando: "Isto não é um jogo. Niemann é um prodígio autodidata. O processo busca reparar o dano devastador que foi infligido à sua reputação, carreira e vida, ao difamá-lo grosseiramente e conspirar ilegalmente para colocá-lo na lista negra da profissão a que dedicou sua vida."
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