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As notas dos jogadores do Benfica: do 1 de André Almeida à evidência de Vlachodimos

Vlachodimos (3): Robben tão depressa não há de querer vê-lo pela frente. O guardião negou três(!) golos cantados ao holandês e ainda mostrou segurança noutro disparo de Ribéry. Por ele, a águia não perdia.
André Almeida (1): Na exibição mais sofrida da época até ao momento, sentiu enormes dificuldades para estancar o flanco.
Rúben Dias (3): Tirando uma falha sem consequências (falhou o alívio), foi personalizado e ainda obrigou Neuer a aplicar-se a fundo (60’).
Jardel (3): Bateu-se bem nos duelos individuais com Lewandowski e também não teve intervenção direta nos lances que mais perigo levaram à baliza de Vlachodimos.
Grimaldo (2): ‘Destruído’ pela simulação de Lewandowski no lance do 0-1, sofreu com as bolas nas suas costas, deixando Robben muito solto. Bem na desinibição ofensiva.
Fejsa (3): Foi um dos melhores encarnados em campo, mas desta vez não chegou ser o ‘tampão’ habitual, equilibrando mais as forças.
Gedson (2): Depois de uma primeira metade cinzenta, eclipsou-se quase por completo. O melhor que fez foi um disparo com algum perigo (71’), numa altura em que estava no apoio a Seferovic.
Pizzi (3): Foi ganhando confiança e isso refletiu-se na equipa. Bem a servir Salvio aos 28’ e também no livre para a cabeça de Rúben Dias (60’). Não se percebeu a substituição.
Salvio (2): Apareceu muito tarde e, apesar de ter obrigado Neuer a aplicar-se (28’), foi quase sempre muito individualista, deitando por terra vários lances de potencial perigo.
Cervi (2): Sacrificou-se a defender, mas exigia-se mais no capítulo ofensivo. Incapaz de fazer a diferença.
Seferovic (2): Esforçado, travou uma dura batalha com Hummels, que perdeu quase sempre.
Gabriel (3): Entrou bem, fazendo circular a bola. Pede mais minutos
Rafa (2): Agitou as operações na frente.
Zivkovic (1): Pouco ou nada mudou.
Vlachodimos (3): Robben tão depressa não há de querer vê-lo pela frente. O guardião negou três(!) golos cantados ao holandês e ainda mostrou segurança noutro disparo de Ribéry. Por ele, a águia não perdia.
André Almeida (1): Na exibição mais sofrida da época até ao momento, sentiu enormes dificuldades para estancar o flanco.
Rúben Dias (3): Tirando uma falha sem consequências (falhou o alívio), foi personalizado e ainda obrigou Neuer a aplicar-se a fundo (60’).
Jardel (3): Bateu-se bem nos duelos individuais com Lewandowski e também não teve intervenção direta nos lances que mais perigo levaram à baliza de Vlachodimos.
Grimaldo (2): ‘Destruído’ pela simulação de Lewandowski no lance do 0-1, sofreu com as bolas nas suas costas, deixando Robben muito solto. Bem na desinibição ofensiva.
Fejsa (3): Foi um dos melhores encarnados em campo, mas desta vez não chegou ser o ‘tampão’ habitual, equilibrando mais as forças.
Gedson (2): Depois de uma primeira metade cinzenta, eclipsou-se quase por completo. O melhor que fez foi um disparo com algum perigo (71’), numa altura em que estava no apoio a Seferovic.
Pizzi (3): Foi ganhando confiança e isso refletiu-se na equipa. Bem a servir Salvio aos 28’ e também no livre para a cabeça de Rúben Dias (60’). Não se percebeu a substituição.
Salvio (2): Apareceu muito tarde e, apesar de ter obrigado Neuer a aplicar-se (28’), foi quase sempre muito individualista, deitando por terra vários lances de potencial perigo.
Cervi (2): Sacrificou-se a defender, mas exigia-se mais no capítulo ofensivo. Incapaz de fazer a diferença.
Seferovic (2): Esforçado, travou uma dura batalha com Hummels, que perdeu quase sempre.
Gabriel (3): Entrou bem, fazendo circular a bola. Pede mais minutos
Rafa (2): Agitou as operações na frente.
Zivkovic (1): Pouco ou nada mudou.
Vlachodimos (3): Robben tão depressa não há de querer vê-lo pela frente. O guardião negou três(!) golos cantados ao holandês e ainda mostrou segurança noutro disparo de Ribéry. Por ele, a águia não perdia.
André Almeida (1): Na exibição mais sofrida da época até ao momento, sentiu enormes dificuldades para estancar o flanco.
Rúben Dias (3): Tirando uma falha sem consequências (falhou o alívio), foi personalizado e ainda obrigou Neuer a aplicar-se a fundo (60’).
Jardel (3): Bateu-se bem nos duelos individuais com Lewandowski e também não teve intervenção direta nos lances que mais perigo levaram à baliza de Vlachodimos.
Grimaldo (2): ‘Destruído’ pela simulação de Lewandowski no lance do 0-1, sofreu com as bolas nas suas costas, deixando Robben muito solto. Bem na desinibição ofensiva.
Fejsa (3): Foi um dos melhores encarnados em campo, mas desta vez não chegou ser o ‘tampão’ habitual, equilibrando mais as forças.
Gedson (2): Depois de uma primeira metade cinzenta, eclipsou-se quase por completo. O melhor que fez foi um disparo com algum perigo (71’), numa altura em que estava no apoio a Seferovic.
Pizzi (3): Foi ganhando confiança e isso refletiu-se na equipa. Bem a servir Salvio aos 28’ e também no livre para a cabeça de Rúben Dias (60’). Não se percebeu a substituição.
Salvio (2): Apareceu muito tarde e, apesar de ter obrigado Neuer a aplicar-se (28’), foi quase sempre muito individualista, deitando por terra vários lances de potencial perigo.
Cervi (2): Sacrificou-se a defender, mas exigia-se mais no capítulo ofensivo. Incapaz de fazer a diferença.
Seferovic (2): Esforçado, travou uma dura batalha com Hummels, que perdeu quase sempre.
Gabriel (3): Entrou bem, fazendo circular a bola. Pede mais minutos
Rafa (2): Agitou as operações na frente.
Zivkovic (1): Pouco ou nada mudou.
O Benfica perdeu quarta-feira, na Luz, frente ao Bayern Munique num jogo onde Vlachodimos esteve em destaque ao evitar o golo por várias vezes a Robben e onde André Almeida teve uma noite complicada. Notas atribuídas pelo jornalista Filipe Pedras [Fotos: Miguel Barreira, Paulo Calado e Lusa.]
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