De pai para filho... ou até neto: os casos mais conhecidos de sucesso no futebol mundial

Patrick Kluivert - Ex-internacional holandês formado na cantera do Ajax, passou por clubes como AC Milan, Newcastle, Valencia, PSV e Lille antes de terminar a carreira, mas foi ao serviço do Barcelona onde mais se evidenciou - marcou 123 golos e fez 61 assistências em 259 jogos realizados. A sua descendência também enveredou para o mundo do futebol. Ruben Kluivert, de 18 anos, integra os juniores do Utrecht; Quincy Kluivert está atualmente sem clube depois de ter saído da formação do Vitesse, e Justin Kluivert é jogador da AS Roma, que atualmente é orientada pelo português Paulo Fonseca.
Justin Kluivert - A terceira geração de Kluivert parece continuar com talento para o futebol. Formado na academia do Ajax, que este ano recebeu, juntamente com o Benfica, o prémio de melhor academia do Mundo, Justin Kluivert representa agora a AS Roma, para onde se transferiu no verão de 2018, por 17,25 milhões de euros. Pela seleção holandesa, Justin soma já duas internacionalizações, ainda longe das 79 que o seu pai, Patrick Kluivert, somou.
Cesare Maldini - Nunca se pensou que o sobrenome Maldini ficasse tão conhecido na história do futebol mundial, a verdade é que ficou... e perdura ainda até aos dias de hoje. Cesare Maldini representou clubes como o Triestina de onde saiu para ingressar no AC Milan. Ao serviço dos rossoneri, foram mais de 12 anos de serviço, paixão e comprometimento, tendo apenas saído no último ano da sua carreira profissional para o Torino. A conduta de profissionalismo do antigo internacional italiano - por 14 ocasiões -, que infelizmente já faleceu, levou a que o seu filho, Paolo Maldini seguisse os seus passos.
Paolo Maldini - Um caso de amor pela camisola que viu o pai erguer. Paolo Maldini formou-se no AC Milan e de lá nunca saiu. Ao todo foram 647 jogos - 116 na Liga dos Campeões -, 29 golos, 14 assistências e 24 anos com o símbolo rossoneri ao peito. Pelo AC Milan conquistou três Ligas dos campeões, sete títulos da Serie A, cinco Supertaças de Itália, quatro Supertaças europeias, três Mundiais de clubes, uma Taça de Itália, entre outros. Atualmente, desempenha a função de diretor do emblema de Milão, depois de ter
Daniel Maldini - Eis que dá-se início à terceira geração Maldini no AC Milan. Depois do avô, Cesare Maldini, e do pai, Paolo Maldini, é a vez de Daniel Maldini vestir a camisola da formação rossoneri. O jovem criativo, que também joga pelas alas - como o seu avô -, estreou-se pela formação principal milanista no passado dia 2 de fevereiro, onde entrou, aos 90+3', para o lugar de Callejón, frente ao Hellas Verona. Estará aqui mais um caso de amor eterno da família Maldini ao clube de Milão?
Arnór Gudjohnsen - Quando um pequeno jovem de Reykjavík, capital da Islândia, surgiu no Vikingur, poucos diziam que se estaria prestes a ver o início de uma era brilhante do futebol islandês. A verdade é que aconteceu. Com 17 anos, Arnór Gudjohnsen partiu para a Bélgica, para representar o KSC Lokeren e em apenas cinco anos chegou ao 'poderoso' Anderlecht, clube pelo qual mais se evidenciou. Na seleção islandesa foram 73 jogos e 14 golos, sendo que um desses encontros ficará para sempre na memória deste ex-internacional. No dia 24 de julho de 1996, no encontro entre a Estónia e a Islândia, Arnór Gudjohnsen foi substituído à passagem do minuto 62 pelo seu filho, Eidur Gudjohnsen, e ambos entravam na história do futebol mundial, celebrando a primeira vez que um pai e filho jogavam o meu encontro pela seleção do seu país.
Eidur Gudjohnsen - Até ao momento o maior caso de sucesso da família Gundjohnsen. Com uma vasta carreira, tendo passado por clubes como PSV Eindhoven, Bolton, Chelsea, Barcelona, Monaco, Tottenham, entre vários outros, Eidur Gudjohnsen é um verdadeiro herói para os islandeses. Retirado do futebol desde 2017, o ex-internacional registou 88 internacionalizações pelo seu país, tendo apontado 26 golos - divide com Kolbeinn Sightórsson o maior número de golos apontados com a camisola nórdica. Contudo, o futuro da família no mundo do futebol já está garantido com Sveinn Aron Gudjohnsen, jogador do Spezia de Itália, e Andri Gudjohnsen, um dos mais promissores da cantera do Real Madrid.
Andri Gudjohnsen - O futuro do nome Gudjohnsen no futebol pode muito bem depender deste jovem. Com 18 anos, Andri Gudjohnsen soma passagens pelos sub-17, sub-18 e sub-19 da Islândia com um total de 14 golos em 22 jogos distribuídos pelas três equipas. Em 2018, Andri assinou contrato com o Real Madrid, emblema que foi durante vários anos rival do pai, que jogou pelo Barcelona.
Lilian Thuram (pai) - Mais de 600 jogos na carreira - 672 para sermos mais precisos -, campeão do Mundo em 1998, vice-campeão do Mundo em 2006, campeão europeu em 2000 e mais uns quantos troféus conquistados pelos clubes que representou pelo Mundo fora. Lilian Thuram foi um dos maiores jogadores franceses da sua geração, com 140 internacionalizações pela seleção francesa. Monaco, Parma, Juventus e Barcelona tiveram o privilégio de contar com este defesa-central nas suas equipas.
Marcus Thuram (filho) - Ainda longe do sucesso que o seu pai alcançou, Marcus segue, pelo menos, as pisadas certas. Aos 22 anos, o sucessor da família Thuram é jogador do Borussia Mönchengladbach e já conquistou um campeonato da Europa de sub-19 pela França tendo apontado três golos em 15 encontros.
Khéphren Thuram (filho) - Apesar de ter nascido em Itália, Khéphren decidiu seguir o caminho do pai e do seu irmão mais velho e representar as seleções jovens francesas. Atualmente, representa os franceses do Nice, depois de ter concluído a formação no Monaco.
Domingos Paciência (pai) – Com uma longa carreira de sucesso ao serviço do FC Porto, Domingos Paciência disputou 381 jogos e apontou 143 golos, tendo conquistado ainda sete campeonatos, seis Supertaças Cândido de Oliveira e cinco Taças de Portugal, pela equipa principal. Chegou ainda a vestir a camisola do Tenerife, entre 1997 e 1999, clube pelo qual realizou 50 jogos e apontou 6 golos. Atualmente, é treinador de futebol de algum sucesso, tendo a sua passagem pelo Sp. Braga, em 2009/10 e 2010/11, sido a que mais saltou à vista. Na primeira temporada como treinador da formação minhota terminou o campeonato no 2.º lugar, a cinco pontos do Benfica (76), sendo que no segundo ano alcançou a final da Liga Europa, depois de eliminar o Benfica nas meias-finais da prova, onde perdeu por 1-0, com o FC Porto – foi o ponto mais alto da sua carreira.
Gonçalo Paciência (filho) – Seguiu as pisadas do pai e também deu os primeiros passos da sua carreira profissional como jogador do FC Porto. Durante a passagem pelos azuis e brancos chegou a ser cedido a clubes como a Académica de Coimbra, Olympiacos, Rio Ave e Vitória de Setúbal, onde realizou meia temporada fulminante – 10 golos em 24 jogos –, antes de voltar aos azuis e brancos e ser vendido ao Eintracht Frankfurt. Pela formação alemã, o avançado já realizou 51 partidas, tendo marcado 15 golos.
Vasco Paciência (filho) – Ainda não atingiu o futebol profissional, mas já uma das promessas do futebol português. Tal como o pai e o irmão mais velho, Vasco Paciência começou a dar os primeiros toques na bola no FC Porto, tendo mais tarde trocado os azuis e brancos pelo Boavista e, posteriormente, pelo Benfica, clube que atualmente representa. Esta temporada, ao serviço da equipa sub-23 das águias, Vasco Paciência conta com um golo apontado em cinco jogos.
António Sousa (avô) – Começou a carreira na Sanjoanense, mas foi com as camisolas do FC Porto (308 jogos e 78 golos) e Beira-Mar (243 partidas e 42 tentos) onde mais deu nas vistas. Pelos azuis e brancos conquistou uma Liga dos Campeões, uma Supertaça Europeia, uma Taça Intercontinental, um campeonato, duas Taças de Portugal e três Supertaças Cândido de Oliveira. Representou ainda o Sporting entre 1984 e 1986, tendo somado 75 encontros e 19 golos.
Ricardo Sousa (pai) – Com a carreira de jogador profissional terminada, é como treinador que Ricardo Sousa continua ligado ao futebol. Contudo, iniciou a carreira profissional nas camadas jovens da Sanjoanense, tendo posteriormente seguido as pisadas do pai – rumou ao FC Porto. Vestiu a camisola azul e branca até 2002 (contando, pelo meio, com empréstimos a Beira-Mar, Santa Clara e Belenenses), onde realizou apenas cinco jogos pela equipa principal. Rumou, entretanto, para o Boavista onde realizou uma boa temporada (33 jogos e 14 golos), que o catapultou para campeonatos internacionais. Lá fora, representou os holandeses do De Graafschap, os alemães do Hannover 96, os cipriotas do Omonia e ainda os eslovacos do NK Drava, antes de voltar a Portugal para terminar a carreira.
Afonso Sousa (filho e neto) – “Quem sai aos seus não degenera”: o ditado é popular e aplica-se muito bem à ocasião. Afonso Sousa, tal como o seu pai e avô, é médio e prossegue carreira no FC Porto B, depois de ter passado quase toda a formação nos escalões inferiores dos azuis e brancos – entre 2010 e 2013 representou o Beira-Mar e o Gafanha. Esta temporada, tem estado com uma veia goleadora apurada, tendo apontada já seis golos em 19 partidas disputadas.
Vladimir Weiss Jr. (pai) - Com uma longa carreira entre a Eslováquia e a República Checa, Vladimir Weiss, agora selecionador da Geórgia, chegou a representar as duas seleções, tendo marcado por ambas. Pela Eslováquia, Weiss realizou um total de 15 encontros, enquanto que pela Checoslováquia somou um total de 20 partidas, tendo apontado em ambas, um golo.
Vladimir Weiss (filho) - O caso de maior sucesso da família Weiss está mesmo na terceira geração. Vladimir Weiss iniciou a sua carreira profissional no Bratislava, clube onde o seu avô jogou, e partiu muito cedo para as camadas jovens do Manchester City. Chegado aos citizens, o extremo eslovaco chegou a representar, por empréstimo, clubes como o Bolton, o Rangers e ainda o Espanyol. Atualmente, está sem clube depois de ter cessado contrato com o Al Gharafa, do Qatar. Pelo seu país, Vladimir Weiss já realizou 66 partidas e apontou sete golos.
Pablo Forlán (pai) - Com passagens por São Paulo, Cruzeiro, Nacional e Defensor - onde terminou a carreira em 1984 - foi ao serviço do Peñarol que ficou para ser na história do futebol uruguaio. Ao serviço do emblema de Montevidéu, Pablo Forlán conquistou uma Taça Libertadores, uma Taça Intercontinental e quatro campeonatos. Pela seleção do seu país disputou 18 partidas.
Diego Forlán (filho) - Depois da carreira de sucesso do seu pai, seria difícil elevar a fasquia, mas Diego conseguiu. Formado no modesto, o ex-internacional uruguaio passou ainda por clubes como, mas foi com a camisola do Atlético Madrid que tornou-se uma figura do futebol mundial - a par do caminho traçado pela seleção. Durante a passagem pelos colchoneros, Forlán somou 198 partidas, tendo marcado 96 golos e feito 32 assistências. Pelo Uruguai registou 112 partidas, tendo apontado 36 tentos. Durante a sua carreira, Diego conquistou uma Liga Europa, uma Supertaça Europeia, uma Copa América, uma Premier League, uma Taça de Inglaterra, uma Supertaça de Inglaterra e um campeonato uruguaio pelo Peñarol, tal como o seu pai.
 Martin Koeman (pai) - Iniciou a descendência Koeman no futebol holandês e mundial. O defesa representou clubes modestos da Holanda antes de chegar ao Groningen e Heerenveen, onde mais de evidenciou. Pela seleção holandesa, Martin Koeman disputou apenas uma partida, num particular com a Áustria, em 1964, que terminou empatado (1-1).
Ronald Koeman (filho) - Com duas Taças dos Campeões Europeus - uma ao serviço do PSV, em 1987/88, e outra com a camisola do Barcelona, em 1991/92 -, uma Supertaça Europeia, quatro campeonatos de Espanha, quatro campeonatos holandeses, um Campeonato da Europa, entre outros, Ronald Koeman é, de longe, o caso de maior sucesso da família. Pela seleção holandesa, Ronald Koeman realizou 78 partidas e marcou 14 golos. Atualmente, é um treinador do renome mundial, com passagens por clubes como o Barcelona, Ajax, Benfica, PSV, Valencia, Everton, entre outros, até chegar ao cargo de selecionador holandês, que ocupa desde 2018.
Javier Hernández (pai) - Javier Hernández, pai de 'Chicharito' Hernández foi um jogador mexicano com pouco renome no seu país. Durante a sua carreira, Javier representou clubes como o Estudiantes, UAG Tecos, Puebla e ainda o Morelia, antes de ter concluído a sua carreira em 1999. Pela seleção do México, Javier Hernández realizou 28 encontros, tendo apontado quatro golos.
Javier Hernández 'Chicharito' - Tal como o seu antecessor, Chicharito Hernández iniciou a sua carreira no México, desta feita, no Guadalajara, tendo posteriormente representado o Chivas, de onde saiu para o Manchester United e entrou para a história do futebol mundial. Pelos red devils, Chicharito completou um total de 157 partidas, tendo apontado 59 golos e 20 assistências. Real Madrid, Bayer Leverkusen, West Ham, Sevilha e, mais recentemente, os LA Galaxy são outros dos emblemas que constam na sua longa carreira de sucesso. Atualmente, Chicharito é o melhor marcador da história da seleção do México, com 52 golos apontados em 109 internacionalizações.
Marquitos Alonso Imaz (avô) – Iniciou carreira no Racing Santander e prontamente rumou ao Real Madrid onde entrou para a história da formação merengue. Em oito anos, de 1954 a 1962, o já falecido lateral-direito espanhol conquistou cinco Taças dos Campeões Europeus, cinco campeonatos espanhóis, uma Taça do Rei de Espanha e uma Taça Intercontinental. Encerrou a carreira em 1970, com 37 anos, ao serviço dos mexicanos do Toluca.
Marcos Alonso (neto) – Depois do avô, foi o maior caso de sucesso na família. Atualmente no Chelsea desde 2016, o também lateral espanhol formou-se na cantera do Real Madrid, antes do prosseguir carreira na Premier League (Bolton e Sunderland) e na Serie A (Fiorentina). No seu palmarés, Marcos Alonso conta com uma Liga Europa, um Premier League e uma Taça de Inglaterra, todas ao serviço do Chelsea.
Peter Schmeichel (pai) - Uma das figuras do futebol dinamarquês, com passagens pelo Bröndby, Manchester United, Sporting, Aston Villa e Manchester City, clubes que o deixaram com um palmarés invejável: uma Liga dos Campeões e uma Supertaça Europeia, ao serviço dos red devils, são os troféus de maior relevo. Pelo Sporting conquistou um campeonato nacional e uma Supertaça Cândido Oliveira. Hoje em dia, Peter Schmeichel continua a ser, a par de Dennis Rommedahl, o jogador com mais internacionalizações pela Dinamarca (126). Abandonou as redes em 2003, aos 40 anos de idade.
Kasper Schmeichel (filho) - Titularíssimo na baliza da seleção dinamarquesa, onde leva 53 internacionalizações, Kasper Schmeichel herdou o dom do seu pai. Com passagens por Manchester City, Cardiff, Notts County, Leeds e outros emblemas de menor renome na Inglaterra, foi ao serviço do Leicester que saltou para o topo do futebol mundial, quando conquistou a inédita Premier League dos foxes, em 2016.
Patrick Kluivert - Ex-internacional holandês formado na cantera do Ajax, passou por clubes como AC Milan, Newcastle, Valencia, PSV e Lille antes de terminar a carreira, mas foi ao serviço do Barcelona onde mais se evidenciou - marcou 123 golos e fez 61 assistências em 259 jogos realizados. A sua descendência também enveredou para o mundo do futebol. Ruben Kluivert, de 18 anos, integra os juniores do Utrecht; Quincy Kluivert está atualmente sem clube depois de ter saído da formação do Vitesse, e Justin Kluivert é jogador da AS Roma, que atualmente é orientada pelo português Paulo Fonseca.
Justin Kluivert - A terceira geração de Kluivert parece continuar com talento para o futebol. Formado na academia do Ajax, que este ano recebeu, juntamente com o Benfica, o prémio de melhor academia do Mundo, Justin Kluivert representa agora a AS Roma, para onde se transferiu no verão de 2018, por 17,25 milhões de euros. Pela seleção holandesa, Justin soma já duas internacionalizações, ainda longe das 79 que o seu pai, Patrick Kluivert, somou.
Cesare Maldini - Nunca se pensou que o sobrenome Maldini ficasse tão conhecido na história do futebol mundial, a verdade é que ficou... e perdura ainda até aos dias de hoje. Cesare Maldini representou clubes como o Triestina de onde saiu para ingressar no AC Milan. Ao serviço dos rossoneri, foram mais de 12 anos de serviço, paixão e comprometimento, tendo apenas saído no último ano da sua carreira profissional para o Torino. A conduta de profissionalismo do antigo internacional italiano - por 14 ocasiões -, que infelizmente já faleceu, levou a que o seu filho, Paolo Maldini seguisse os seus passos.
Paolo Maldini - Um caso de amor pela camisola que viu o pai erguer. Paolo Maldini formou-se no AC Milan e de lá nunca saiu. Ao todo foram 647 jogos - 116 na Liga dos Campeões -, 29 golos, 14 assistências e 24 anos com o símbolo rossoneri ao peito. Pelo AC Milan conquistou três Ligas dos campeões, sete títulos da Serie A, cinco Supertaças de Itália, quatro Supertaças europeias, três Mundiais de clubes, uma Taça de Itália, entre outros. Atualmente, desempenha a função de diretor do emblema de Milão, depois de ter
Daniel Maldini - Eis que dá-se início à terceira geração Maldini no AC Milan. Depois do avô, Cesare Maldini, e do pai, Paolo Maldini, é a vez de Daniel Maldini vestir a camisola da formação rossoneri. O jovem criativo, que também joga pelas alas - como o seu avô -, estreou-se pela formação principal milanista no passado dia 2 de fevereiro, onde entrou, aos 90+3', para o lugar de Callejón, frente ao Hellas Verona. Estará aqui mais um caso de amor eterno da família Maldini ao clube de Milão?
Arnór Gudjohnsen - Quando um pequeno jovem de Reykjavík, capital da Islândia, surgiu no Vikingur, poucos diziam que se estaria prestes a ver o início de uma era brilhante do futebol islandês. A verdade é que aconteceu. Com 17 anos, Arnór Gudjohnsen partiu para a Bélgica, para representar o KSC Lokeren e em apenas cinco anos chegou ao 'poderoso' Anderlecht, clube pelo qual mais se evidenciou. Na seleção islandesa foram 73 jogos e 14 golos, sendo que um desses encontros ficará para sempre na memória deste ex-internacional. No dia 24 de julho de 1996, no encontro entre a Estónia e a Islândia, Arnór Gudjohnsen foi substituído à passagem do minuto 62 pelo seu filho, Eidur Gudjohnsen, e ambos entravam na história do futebol mundial, celebrando a primeira vez que um pai e filho jogavam o meu encontro pela seleção do seu país.
Eidur Gudjohnsen - Até ao momento o maior caso de sucesso da família Gundjohnsen. Com uma vasta carreira, tendo passado por clubes como PSV Eindhoven, Bolton, Chelsea, Barcelona, Monaco, Tottenham, entre vários outros, Eidur Gudjohnsen é um verdadeiro herói para os islandeses. Retirado do futebol desde 2017, o ex-internacional registou 88 internacionalizações pelo seu país, tendo apontado 26 golos - divide com Kolbeinn Sightórsson o maior número de golos apontados com a camisola nórdica. Contudo, o futuro da família no mundo do futebol já está garantido com Sveinn Aron Gudjohnsen, jogador do Spezia de Itália, e Andri Gudjohnsen, um dos mais promissores da cantera do Real Madrid.
Andri Gudjohnsen - O futuro do nome Gudjohnsen no futebol pode muito bem depender deste jovem. Com 18 anos, Andri Gudjohnsen soma passagens pelos sub-17, sub-18 e sub-19 da Islândia com um total de 14 golos em 22 jogos distribuídos pelas três equipas. Em 2018, Andri assinou contrato com o Real Madrid, emblema que foi durante vários anos rival do pai, que jogou pelo Barcelona.
Lilian Thuram (pai) - Mais de 600 jogos na carreira - 672 para sermos mais precisos -, campeão do Mundo em 1998, vice-campeão do Mundo em 2006, campeão europeu em 2000 e mais uns quantos troféus conquistados pelos clubes que representou pelo Mundo fora. Lilian Thuram foi um dos maiores jogadores franceses da sua geração, com 140 internacionalizações pela seleção francesa. Monaco, Parma, Juventus e Barcelona tiveram o privilégio de contar com este defesa-central nas suas equipas.
Marcus Thuram (filho) - Ainda longe do sucesso que o seu pai alcançou, Marcus segue, pelo menos, as pisadas certas. Aos 22 anos, o sucessor da família Thuram é jogador do Borussia Mönchengladbach e já conquistou um campeonato da Europa de sub-19 pela França tendo apontado três golos em 15 encontros.
Khéphren Thuram (filho) - Apesar de ter nascido em Itália, Khéphren decidiu seguir o caminho do pai e do seu irmão mais velho e representar as seleções jovens francesas. Atualmente, representa os franceses do Nice, depois de ter concluído a formação no Monaco.
Domingos Paciência (pai) – Com uma longa carreira de sucesso ao serviço do FC Porto, Domingos Paciência disputou 381 jogos e apontou 143 golos, tendo conquistado ainda sete campeonatos, seis Supertaças Cândido de Oliveira e cinco Taças de Portugal, pela equipa principal. Chegou ainda a vestir a camisola do Tenerife, entre 1997 e 1999, clube pelo qual realizou 50 jogos e apontou 6 golos. Atualmente, é treinador de futebol de algum sucesso, tendo a sua passagem pelo Sp. Braga, em 2009/10 e 2010/11, sido a que mais saltou à vista. Na primeira temporada como treinador da formação minhota terminou o campeonato no 2.º lugar, a cinco pontos do Benfica (76), sendo que no segundo ano alcançou a final da Liga Europa, depois de eliminar o Benfica nas meias-finais da prova, onde perdeu por 1-0, com o FC Porto – foi o ponto mais alto da sua carreira.
Gonçalo Paciência (filho) – Seguiu as pisadas do pai e também deu os primeiros passos da sua carreira profissional como jogador do FC Porto. Durante a passagem pelos azuis e brancos chegou a ser cedido a clubes como a Académica de Coimbra, Olympiacos, Rio Ave e Vitória de Setúbal, onde realizou meia temporada fulminante – 10 golos em 24 jogos –, antes de voltar aos azuis e brancos e ser vendido ao Eintracht Frankfurt. Pela formação alemã, o avançado já realizou 51 partidas, tendo marcado 15 golos.
Vasco Paciência (filho) – Ainda não atingiu o futebol profissional, mas já uma das promessas do futebol português. Tal como o pai e o irmão mais velho, Vasco Paciência começou a dar os primeiros toques na bola no FC Porto, tendo mais tarde trocado os azuis e brancos pelo Boavista e, posteriormente, pelo Benfica, clube que atualmente representa. Esta temporada, ao serviço da equipa sub-23 das águias, Vasco Paciência conta com um golo apontado em cinco jogos.
António Sousa (avô) – Começou a carreira na Sanjoanense, mas foi com as camisolas do FC Porto (308 jogos e 78 golos) e Beira-Mar (243 partidas e 42 tentos) onde mais deu nas vistas. Pelos azuis e brancos conquistou uma Liga dos Campeões, uma Supertaça Europeia, uma Taça Intercontinental, um campeonato, duas Taças de Portugal e três Supertaças Cândido de Oliveira. Representou ainda o Sporting entre 1984 e 1986, tendo somado 75 encontros e 19 golos.
Ricardo Sousa (pai) – Com a carreira de jogador profissional terminada, é como treinador que Ricardo Sousa continua ligado ao futebol. Contudo, iniciou a carreira profissional nas camadas jovens da Sanjoanense, tendo posteriormente seguido as pisadas do pai – rumou ao FC Porto. Vestiu a camisola azul e branca até 2002 (contando, pelo meio, com empréstimos a Beira-Mar, Santa Clara e Belenenses), onde realizou apenas cinco jogos pela equipa principal. Rumou, entretanto, para o Boavista onde realizou uma boa temporada (33 jogos e 14 golos), que o catapultou para campeonatos internacionais. Lá fora, representou os holandeses do De Graafschap, os alemães do Hannover 96, os cipriotas do Omonia e ainda os eslovacos do NK Drava, antes de voltar a Portugal para terminar a carreira.
Afonso Sousa (filho e neto) – “Quem sai aos seus não degenera”: o ditado é popular e aplica-se muito bem à ocasião. Afonso Sousa, tal como o seu pai e avô, é médio e prossegue carreira no FC Porto B, depois de ter passado quase toda a formação nos escalões inferiores dos azuis e brancos – entre 2010 e 2013 representou o Beira-Mar e o Gafanha. Esta temporada, tem estado com uma veia goleadora apurada, tendo apontada já seis golos em 19 partidas disputadas.
Vladimir Weiss Jr. (pai) - Com uma longa carreira entre a Eslováquia e a República Checa, Vladimir Weiss, agora selecionador da Geórgia, chegou a representar as duas seleções, tendo marcado por ambas. Pela Eslováquia, Weiss realizou um total de 15 encontros, enquanto que pela Checoslováquia somou um total de 20 partidas, tendo apontado em ambas, um golo.
Vladimir Weiss (filho) - O caso de maior sucesso da família Weiss está mesmo na terceira geração. Vladimir Weiss iniciou a sua carreira profissional no Bratislava, clube onde o seu avô jogou, e partiu muito cedo para as camadas jovens do Manchester City. Chegado aos citizens, o extremo eslovaco chegou a representar, por empréstimo, clubes como o Bolton, o Rangers e ainda o Espanyol. Atualmente, está sem clube depois de ter cessado contrato com o Al Gharafa, do Qatar. Pelo seu país, Vladimir Weiss já realizou 66 partidas e apontou sete golos.
Pablo Forlán (pai) - Com passagens por São Paulo, Cruzeiro, Nacional e Defensor - onde terminou a carreira em 1984 - foi ao serviço do Peñarol que ficou para ser na história do futebol uruguaio. Ao serviço do emblema de Montevidéu, Pablo Forlán conquistou uma Taça Libertadores, uma Taça Intercontinental e quatro campeonatos. Pela seleção do seu país disputou 18 partidas.
Diego Forlán (filho) - Depois da carreira de sucesso do seu pai, seria difícil elevar a fasquia, mas Diego conseguiu. Formado no modesto, o ex-internacional uruguaio passou ainda por clubes como, mas foi com a camisola do Atlético Madrid que tornou-se uma figura do futebol mundial - a par do caminho traçado pela seleção. Durante a passagem pelos colchoneros, Forlán somou 198 partidas, tendo marcado 96 golos e feito 32 assistências. Pelo Uruguai registou 112 partidas, tendo apontado 36 tentos. Durante a sua carreira, Diego conquistou uma Liga Europa, uma Supertaça Europeia, uma Copa América, uma Premier League, uma Taça de Inglaterra, uma Supertaça de Inglaterra e um campeonato uruguaio pelo Peñarol, tal como o seu pai.
 Martin Koeman (pai) - Iniciou a descendência Koeman no futebol holandês e mundial. O defesa representou clubes modestos da Holanda antes de chegar ao Groningen e Heerenveen, onde mais de evidenciou. Pela seleção holandesa, Martin Koeman disputou apenas uma partida, num particular com a Áustria, em 1964, que terminou empatado (1-1).
Ronald Koeman (filho) - Com duas Taças dos Campeões Europeus - uma ao serviço do PSV, em 1987/88, e outra com a camisola do Barcelona, em 1991/92 -, uma Supertaça Europeia, quatro campeonatos de Espanha, quatro campeonatos holandeses, um Campeonato da Europa, entre outros, Ronald Koeman é, de longe, o caso de maior sucesso da família. Pela seleção holandesa, Ronald Koeman realizou 78 partidas e marcou 14 golos. Atualmente, é um treinador do renome mundial, com passagens por clubes como o Barcelona, Ajax, Benfica, PSV, Valencia, Everton, entre outros, até chegar ao cargo de selecionador holandês, que ocupa desde 2018.
Javier Hernández (pai) - Javier Hernández, pai de 'Chicharito' Hernández foi um jogador mexicano com pouco renome no seu país. Durante a sua carreira, Javier representou clubes como o Estudiantes, UAG Tecos, Puebla e ainda o Morelia, antes de ter concluído a sua carreira em 1999. Pela seleção do México, Javier Hernández realizou 28 encontros, tendo apontado quatro golos.
Javier Hernández 'Chicharito' - Tal como o seu antecessor, Chicharito Hernández iniciou a sua carreira no México, desta feita, no Guadalajara, tendo posteriormente representado o Chivas, de onde saiu para o Manchester United e entrou para a história do futebol mundial. Pelos red devils, Chicharito completou um total de 157 partidas, tendo apontado 59 golos e 20 assistências. Real Madrid, Bayer Leverkusen, West Ham, Sevilha e, mais recentemente, os LA Galaxy são outros dos emblemas que constam na sua longa carreira de sucesso. Atualmente, Chicharito é o melhor marcador da história da seleção do México, com 52 golos apontados em 109 internacionalizações.
Marquitos Alonso Imaz (avô) – Iniciou carreira no Racing Santander e prontamente rumou ao Real Madrid onde entrou para a história da formação merengue. Em oito anos, de 1954 a 1962, o já falecido lateral-direito espanhol conquistou cinco Taças dos Campeões Europeus, cinco campeonatos espanhóis, uma Taça do Rei de Espanha e uma Taça Intercontinental. Encerrou a carreira em 1970, com 37 anos, ao serviço dos mexicanos do Toluca.
Marcos Alonso (neto) – Depois do avô, foi o maior caso de sucesso na família. Atualmente no Chelsea desde 2016, o também lateral espanhol formou-se na cantera do Real Madrid, antes do prosseguir carreira na Premier League (Bolton e Sunderland) e na Serie A (Fiorentina). No seu palmarés, Marcos Alonso conta com uma Liga Europa, um Premier League e uma Taça de Inglaterra, todas ao serviço do Chelsea.
Peter Schmeichel (pai) - Uma das figuras do futebol dinamarquês, com passagens pelo Bröndby, Manchester United, Sporting, Aston Villa e Manchester City, clubes que o deixaram com um palmarés invejável: uma Liga dos Campeões e uma Supertaça Europeia, ao serviço dos red devils, são os troféus de maior relevo. Pelo Sporting conquistou um campeonato nacional e uma Supertaça Cândido Oliveira. Hoje em dia, Peter Schmeichel continua a ser, a par de Dennis Rommedahl, o jogador com mais internacionalizações pela Dinamarca (126). Abandonou as redes em 2003, aos 40 anos de idade.
Kasper Schmeichel (filho) - Titularíssimo na baliza da seleção dinamarquesa, onde leva 53 internacionalizações, Kasper Schmeichel herdou o dom do seu pai. Com passagens por Manchester City, Cardiff, Notts County, Leeds e outros emblemas de menor renome na Inglaterra, foi ao serviço do Leicester que saltou para o topo do futebol mundial, quando conquistou a inédita Premier League dos foxes, em 2016.
Patrick Kluivert - Ex-internacional holandês formado na cantera do Ajax, passou por clubes como AC Milan, Newcastle, Valencia, PSV e Lille antes de terminar a carreira, mas foi ao serviço do Barcelona onde mais se evidenciou - marcou 123 golos e fez 61 assistências em 259 jogos realizados. A sua descendência também enveredou para o mundo do futebol. Ruben Kluivert, de 18 anos, integra os juniores do Utrecht; Quincy Kluivert está atualmente sem clube depois de ter saído da formação do Vitesse, e Justin Kluivert é jogador da AS Roma, que atualmente é orientada pelo português Paulo Fonseca.
Justin Kluivert - A terceira geração de Kluivert parece continuar com talento para o futebol. Formado na academia do Ajax, que este ano recebeu, juntamente com o Benfica, o prémio de melhor academia do Mundo, Justin Kluivert representa agora a AS Roma, para onde se transferiu no verão de 2018, por 17,25 milhões de euros. Pela seleção holandesa, Justin soma já duas internacionalizações, ainda longe das 79 que o seu pai, Patrick Kluivert, somou.
Cesare Maldini - Nunca se pensou que o sobrenome Maldini ficasse tão conhecido na história do futebol mundial, a verdade é que ficou... e perdura ainda até aos dias de hoje. Cesare Maldini representou clubes como o Triestina de onde saiu para ingressar no AC Milan. Ao serviço dos rossoneri, foram mais de 12 anos de serviço, paixão e comprometimento, tendo apenas saído no último ano da sua carreira profissional para o Torino. A conduta de profissionalismo do antigo internacional italiano - por 14 ocasiões -, que infelizmente já faleceu, levou a que o seu filho, Paolo Maldini seguisse os seus passos.
Paolo Maldini - Um caso de amor pela camisola que viu o pai erguer. Paolo Maldini formou-se no AC Milan e de lá nunca saiu. Ao todo foram 647 jogos - 116 na Liga dos Campeões -, 29 golos, 14 assistências e 24 anos com o símbolo rossoneri ao peito. Pelo AC Milan conquistou três Ligas dos campeões, sete títulos da Serie A, cinco Supertaças de Itália, quatro Supertaças europeias, três Mundiais de clubes, uma Taça de Itália, entre outros. Atualmente, desempenha a função de diretor do emblema de Milão, depois de ter
Daniel Maldini - Eis que dá-se início à terceira geração Maldini no AC Milan. Depois do avô, Cesare Maldini, e do pai, Paolo Maldini, é a vez de Daniel Maldini vestir a camisola da formação rossoneri. O jovem criativo, que também joga pelas alas - como o seu avô -, estreou-se pela formação principal milanista no passado dia 2 de fevereiro, onde entrou, aos 90+3', para o lugar de Callejón, frente ao Hellas Verona. Estará aqui mais um caso de amor eterno da família Maldini ao clube de Milão?
Arnór Gudjohnsen - Quando um pequeno jovem de Reykjavík, capital da Islândia, surgiu no Vikingur, poucos diziam que se estaria prestes a ver o início de uma era brilhante do futebol islandês. A verdade é que aconteceu. Com 17 anos, Arnór Gudjohnsen partiu para a Bélgica, para representar o KSC Lokeren e em apenas cinco anos chegou ao 'poderoso' Anderlecht, clube pelo qual mais se evidenciou. Na seleção islandesa foram 73 jogos e 14 golos, sendo que um desses encontros ficará para sempre na memória deste ex-internacional. No dia 24 de julho de 1996, no encontro entre a Estónia e a Islândia, Arnór Gudjohnsen foi substituído à passagem do minuto 62 pelo seu filho, Eidur Gudjohnsen, e ambos entravam na história do futebol mundial, celebrando a primeira vez que um pai e filho jogavam o meu encontro pela seleção do seu país.
Eidur Gudjohnsen - Até ao momento o maior caso de sucesso da família Gundjohnsen. Com uma vasta carreira, tendo passado por clubes como PSV Eindhoven, Bolton, Chelsea, Barcelona, Monaco, Tottenham, entre vários outros, Eidur Gudjohnsen é um verdadeiro herói para os islandeses. Retirado do futebol desde 2017, o ex-internacional registou 88 internacionalizações pelo seu país, tendo apontado 26 golos - divide com Kolbeinn Sightórsson o maior número de golos apontados com a camisola nórdica. Contudo, o futuro da família no mundo do futebol já está garantido com Sveinn Aron Gudjohnsen, jogador do Spezia de Itália, e Andri Gudjohnsen, um dos mais promissores da cantera do Real Madrid.
Andri Gudjohnsen - O futuro do nome Gudjohnsen no futebol pode muito bem depender deste jovem. Com 18 anos, Andri Gudjohnsen soma passagens pelos sub-17, sub-18 e sub-19 da Islândia com um total de 14 golos em 22 jogos distribuídos pelas três equipas. Em 2018, Andri assinou contrato com o Real Madrid, emblema que foi durante vários anos rival do pai, que jogou pelo Barcelona.
Lilian Thuram (pai) - Mais de 600 jogos na carreira - 672 para sermos mais precisos -, campeão do Mundo em 1998, vice-campeão do Mundo em 2006, campeão europeu em 2000 e mais uns quantos troféus conquistados pelos clubes que representou pelo Mundo fora. Lilian Thuram foi um dos maiores jogadores franceses da sua geração, com 140 internacionalizações pela seleção francesa. Monaco, Parma, Juventus e Barcelona tiveram o privilégio de contar com este defesa-central nas suas equipas.
Marcus Thuram (filho) - Ainda longe do sucesso que o seu pai alcançou, Marcus segue, pelo menos, as pisadas certas. Aos 22 anos, o sucessor da família Thuram é jogador do Borussia Mönchengladbach e já conquistou um campeonato da Europa de sub-19 pela França tendo apontado três golos em 15 encontros.
Khéphren Thuram (filho) - Apesar de ter nascido em Itália, Khéphren decidiu seguir o caminho do pai e do seu irmão mais velho e representar as seleções jovens francesas. Atualmente, representa os franceses do Nice, depois de ter concluído a formação no Monaco.
Domingos Paciência (pai) – Com uma longa carreira de sucesso ao serviço do FC Porto, Domingos Paciência disputou 381 jogos e apontou 143 golos, tendo conquistado ainda sete campeonatos, seis Supertaças Cândido de Oliveira e cinco Taças de Portugal, pela equipa principal. Chegou ainda a vestir a camisola do Tenerife, entre 1997 e 1999, clube pelo qual realizou 50 jogos e apontou 6 golos. Atualmente, é treinador de futebol de algum sucesso, tendo a sua passagem pelo Sp. Braga, em 2009/10 e 2010/11, sido a que mais saltou à vista. Na primeira temporada como treinador da formação minhota terminou o campeonato no 2.º lugar, a cinco pontos do Benfica (76), sendo que no segundo ano alcançou a final da Liga Europa, depois de eliminar o Benfica nas meias-finais da prova, onde perdeu por 1-0, com o FC Porto – foi o ponto mais alto da sua carreira.
Gonçalo Paciência (filho) – Seguiu as pisadas do pai e também deu os primeiros passos da sua carreira profissional como jogador do FC Porto. Durante a passagem pelos azuis e brancos chegou a ser cedido a clubes como a Académica de Coimbra, Olympiacos, Rio Ave e Vitória de Setúbal, onde realizou meia temporada fulminante – 10 golos em 24 jogos –, antes de voltar aos azuis e brancos e ser vendido ao Eintracht Frankfurt. Pela formação alemã, o avançado já realizou 51 partidas, tendo marcado 15 golos.
Vasco Paciência (filho) – Ainda não atingiu o futebol profissional, mas já uma das promessas do futebol português. Tal como o pai e o irmão mais velho, Vasco Paciência começou a dar os primeiros toques na bola no FC Porto, tendo mais tarde trocado os azuis e brancos pelo Boavista e, posteriormente, pelo Benfica, clube que atualmente representa. Esta temporada, ao serviço da equipa sub-23 das águias, Vasco Paciência conta com um golo apontado em cinco jogos.
António Sousa (avô) – Começou a carreira na Sanjoanense, mas foi com as camisolas do FC Porto (308 jogos e 78 golos) e Beira-Mar (243 partidas e 42 tentos) onde mais deu nas vistas. Pelos azuis e brancos conquistou uma Liga dos Campeões, uma Supertaça Europeia, uma Taça Intercontinental, um campeonato, duas Taças de Portugal e três Supertaças Cândido de Oliveira. Representou ainda o Sporting entre 1984 e 1986, tendo somado 75 encontros e 19 golos.
Ricardo Sousa (pai) – Com a carreira de jogador profissional terminada, é como treinador que Ricardo Sousa continua ligado ao futebol. Contudo, iniciou a carreira profissional nas camadas jovens da Sanjoanense, tendo posteriormente seguido as pisadas do pai – rumou ao FC Porto. Vestiu a camisola azul e branca até 2002 (contando, pelo meio, com empréstimos a Beira-Mar, Santa Clara e Belenenses), onde realizou apenas cinco jogos pela equipa principal. Rumou, entretanto, para o Boavista onde realizou uma boa temporada (33 jogos e 14 golos), que o catapultou para campeonatos internacionais. Lá fora, representou os holandeses do De Graafschap, os alemães do Hannover 96, os cipriotas do Omonia e ainda os eslovacos do NK Drava, antes de voltar a Portugal para terminar a carreira.
Afonso Sousa (filho e neto) – “Quem sai aos seus não degenera”: o ditado é popular e aplica-se muito bem à ocasião. Afonso Sousa, tal como o seu pai e avô, é médio e prossegue carreira no FC Porto B, depois de ter passado quase toda a formação nos escalões inferiores dos azuis e brancos – entre 2010 e 2013 representou o Beira-Mar e o Gafanha. Esta temporada, tem estado com uma veia goleadora apurada, tendo apontada já seis golos em 19 partidas disputadas.
Vladimir Weiss Jr. (pai) - Com uma longa carreira entre a Eslováquia e a República Checa, Vladimir Weiss, agora selecionador da Geórgia, chegou a representar as duas seleções, tendo marcado por ambas. Pela Eslováquia, Weiss realizou um total de 15 encontros, enquanto que pela Checoslováquia somou um total de 20 partidas, tendo apontado em ambas, um golo.
Vladimir Weiss (filho) - O caso de maior sucesso da família Weiss está mesmo na terceira geração. Vladimir Weiss iniciou a sua carreira profissional no Bratislava, clube onde o seu avô jogou, e partiu muito cedo para as camadas jovens do Manchester City. Chegado aos citizens, o extremo eslovaco chegou a representar, por empréstimo, clubes como o Bolton, o Rangers e ainda o Espanyol. Atualmente, está sem clube depois de ter cessado contrato com o Al Gharafa, do Qatar. Pelo seu país, Vladimir Weiss já realizou 66 partidas e apontou sete golos.
Pablo Forlán (pai) - Com passagens por São Paulo, Cruzeiro, Nacional e Defensor - onde terminou a carreira em 1984 - foi ao serviço do Peñarol que ficou para ser na história do futebol uruguaio. Ao serviço do emblema de Montevidéu, Pablo Forlán conquistou uma Taça Libertadores, uma Taça Intercontinental e quatro campeonatos. Pela seleção do seu país disputou 18 partidas.
Diego Forlán (filho) - Depois da carreira de sucesso do seu pai, seria difícil elevar a fasquia, mas Diego conseguiu. Formado no modesto, o ex-internacional uruguaio passou ainda por clubes como, mas foi com a camisola do Atlético Madrid que tornou-se uma figura do futebol mundial - a par do caminho traçado pela seleção. Durante a passagem pelos colchoneros, Forlán somou 198 partidas, tendo marcado 96 golos e feito 32 assistências. Pelo Uruguai registou 112 partidas, tendo apontado 36 tentos. Durante a sua carreira, Diego conquistou uma Liga Europa, uma Supertaça Europeia, uma Copa América, uma Premier League, uma Taça de Inglaterra, uma Supertaça de Inglaterra e um campeonato uruguaio pelo Peñarol, tal como o seu pai.
 Martin Koeman (pai) - Iniciou a descendência Koeman no futebol holandês e mundial. O defesa representou clubes modestos da Holanda antes de chegar ao Groningen e Heerenveen, onde mais de evidenciou. Pela seleção holandesa, Martin Koeman disputou apenas uma partida, num particular com a Áustria, em 1964, que terminou empatado (1-1).
Ronald Koeman (filho) - Com duas Taças dos Campeões Europeus - uma ao serviço do PSV, em 1987/88, e outra com a camisola do Barcelona, em 1991/92 -, uma Supertaça Europeia, quatro campeonatos de Espanha, quatro campeonatos holandeses, um Campeonato da Europa, entre outros, Ronald Koeman é, de longe, o caso de maior sucesso da família. Pela seleção holandesa, Ronald Koeman realizou 78 partidas e marcou 14 golos. Atualmente, é um treinador do renome mundial, com passagens por clubes como o Barcelona, Ajax, Benfica, PSV, Valencia, Everton, entre outros, até chegar ao cargo de selecionador holandês, que ocupa desde 2018.
Javier Hernández (pai) - Javier Hernández, pai de 'Chicharito' Hernández foi um jogador mexicano com pouco renome no seu país. Durante a sua carreira, Javier representou clubes como o Estudiantes, UAG Tecos, Puebla e ainda o Morelia, antes de ter concluído a sua carreira em 1999. Pela seleção do México, Javier Hernández realizou 28 encontros, tendo apontado quatro golos.
Javier Hernández 'Chicharito' - Tal como o seu antecessor, Chicharito Hernández iniciou a sua carreira no México, desta feita, no Guadalajara, tendo posteriormente representado o Chivas, de onde saiu para o Manchester United e entrou para a história do futebol mundial. Pelos red devils, Chicharito completou um total de 157 partidas, tendo apontado 59 golos e 20 assistências. Real Madrid, Bayer Leverkusen, West Ham, Sevilha e, mais recentemente, os LA Galaxy são outros dos emblemas que constam na sua longa carreira de sucesso. Atualmente, Chicharito é o melhor marcador da história da seleção do México, com 52 golos apontados em 109 internacionalizações.
Marquitos Alonso Imaz (avô) – Iniciou carreira no Racing Santander e prontamente rumou ao Real Madrid onde entrou para a história da formação merengue. Em oito anos, de 1954 a 1962, o já falecido lateral-direito espanhol conquistou cinco Taças dos Campeões Europeus, cinco campeonatos espanhóis, uma Taça do Rei de Espanha e uma Taça Intercontinental. Encerrou a carreira em 1970, com 37 anos, ao serviço dos mexicanos do Toluca.
Marcos Alonso (neto) – Depois do avô, foi o maior caso de sucesso na família. Atualmente no Chelsea desde 2016, o também lateral espanhol formou-se na cantera do Real Madrid, antes do prosseguir carreira na Premier League (Bolton e Sunderland) e na Serie A (Fiorentina). No seu palmarés, Marcos Alonso conta com uma Liga Europa, um Premier League e uma Taça de Inglaterra, todas ao serviço do Chelsea.
Peter Schmeichel (pai) - Uma das figuras do futebol dinamarquês, com passagens pelo Bröndby, Manchester United, Sporting, Aston Villa e Manchester City, clubes que o deixaram com um palmarés invejável: uma Liga dos Campeões e uma Supertaça Europeia, ao serviço dos red devils, são os troféus de maior relevo. Pelo Sporting conquistou um campeonato nacional e uma Supertaça Cândido Oliveira. Hoje em dia, Peter Schmeichel continua a ser, a par de Dennis Rommedahl, o jogador com mais internacionalizações pela Dinamarca (126). Abandonou as redes em 2003, aos 40 anos de idade.
Kasper Schmeichel (filho) - Titularíssimo na baliza da seleção dinamarquesa, onde leva 53 internacionalizações, Kasper Schmeichel herdou o dom do seu pai. Com passagens por Manchester City, Cardiff, Notts County, Leeds e outros emblemas de menor renome na Inglaterra, foi ao serviço do Leicester que saltou para o topo do futebol mundial, quando conquistou a inédita Premier League dos foxes, em 2016.
"Quem sai aos seus não degenera." O ditado é popular e aplica-se na perfeição à temática lançada. Desde avôs, pais, até filhos e netos, existem várias gerações que provaram ter talento suficiente para perdurar na história do futebol mundial por vários anos. Record juntou uma lista de famílias que honraram o desporto-rei. Uns mostram amor eterno a um só clube, outros partilham apenas a paixão pela 'redondinha'. [Imagens: Reuters, EPA, Bruno Colaço, Paulo T. Silva, Filipe Farinha, Luís Vieira / Movephoto, António Capela, João Trindade e Carlos Patrão]
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