Messi não é caso novo: as outras estrelas que saíram a mal do Barcelona

Bernd Schuster - O alemão assinou pelo Barça em 1980, colecionou polémicas com vários treinadores e a relação com o presidente Josep Lluís Núñez agravou-se quando Schuster não viu ser cumprida uma promessa de aumento salarial. Em 1986/87 foi afastado da equipa por ordem do presidente e voltaria a jogar na época seguinte mas, cansado do constante clima de crispação com a direção, deixou o clube para rumar... ao rival Real Madrid. 
Maradona - El Pibe assinou com o Barça no verão de 1982 mas saiu dois anos depois, na sequência de vários episódios conturbados com a direção liderada por Josep Lluís Núñez.
Ronaldo - O Fenómeno esteve apenas uma época (1996/97) na Catalunha. 'Estava a negociar a minha renovação com o Barcelona, ??mas decidi não continuar porque já não confiava nos líderes do clube', reconheceu o avançado brasileiro depois de deixar o Camp Nou e rumar a Itália para jogar no Inter.
Johan Cruyff - O holandês jogou nos catalães entre 1973 e 1978 e voltou ao clube em 1988, como treinador, para montar a 'Dream Team' que revolucionou o futebol mundial e deu ao Barça a primeira Liga dos Campeões em 1991/92. Mas Cruyff deixou o comando técnico culé em 1995 e de forma turbulenta, por desentendimentos com o presidente que o havia contratado, Josep Lluís Núñez.
Romário - Depois de comandar o Brasil à conquista do Mundial de 1974, nos Estados Unidos, o avançado pediu mais dias de férias antes de começar a pré-época no início de agosto mas foi criticado publicamente pelo presidente Josep Lluís Núñez - e também por Cruyff, treinador - e entrou em rota de colisão com o clube. Ainda fez 18 jogos mas, em janeiro do ano seguinte e após uma goleada humilhante (5-0) sofrida no Bernabéu, decidiu que não jogava mais pelo Barça e foi anunciado como reforço do Flamengo. 
<p>Ronaldinho - O brasileiro marcou uma era no Barcelona durante 5 épocas mas foi despachado no verão de 2008 e na presidência de Joan Laporta. O craque foi surpreendido com a decisão da direção culé na conferência de imprensa de apresentação de Pep Guardiola como treinador e em Espanha muitos acreditam que uma das razões para a saída foi a de afastar Messi dos maus hábitos do craque canarinho.</p>
Neymar - O brasileiro rescindiu o contrato com o Barcelona no verão de 2017 devido a vários desentendimentos com Josep Maria Bartomeu, à imagem do que está a acontecer com Messi.
Bernd Schuster - O alem&atilde;o assinou pelo Bar&ccedil;a em 1980, colecionou pol&eacute;micas com v&aacute;rios treinadores e a rela&ccedil;&atilde;o com o presidente&nbsp;Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez agravou-se quando&nbsp;Schuster n&atilde;o viu ser cumprida uma promessa de aumento salarial. Em 1986/87 foi afastado da equipa por ordem do presidente e voltaria a jogar na &eacute;poca seguinte mas, cansado do constante clima de crispa&ccedil;&atilde;o com a dire&ccedil;&atilde;o, deixou o clube para rumar... ao rival Real Madrid.&nbsp;
Maradona - El Pibe assinou com o Bar&ccedil;a no ver&atilde;o de 1982 mas saiu dois anos depois, na sequ&ecirc;ncia de v&aacute;rios epis&oacute;dios conturbados com a dire&ccedil;&atilde;o liderada por Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez.
Ronaldo - O Fen&oacute;meno esteve apenas uma &eacute;poca (1996/97) na Catalunha. 'Estava a negociar a minha renova&ccedil;&atilde;o com o Barcelona, ??mas decidi n&atilde;o continuar porque j&aacute; n&atilde;o confiava nos l&iacute;deres do clube', reconheceu o avan&ccedil;ado brasileiro depois de deixar o Camp Nou e rumar a It&aacute;lia para jogar no Inter.
Johan Cruyff - O holand&ecirc;s jogou nos catal&atilde;es entre 1973 e 1978 e voltou ao clube em 1988, como treinador, para montar a 'Dream Team' que revolucionou o futebol mundial e deu ao Bar&ccedil;a a primeira Liga dos Campe&otilde;es em 1991/92. Mas Cruyff deixou o comando t&eacute;cnico cul&eacute; em 1995 e de forma turbulenta, por desentendimentos com o presidente que o havia contratado, Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez.
Rom&aacute;rio - Depois de comandar o Brasil &agrave; conquista do Mundial de 1974, nos Estados Unidos, o avan&ccedil;ado pediu mais dias de f&eacute;rias antes de come&ccedil;ar a pr&eacute;-&eacute;poca no in&iacute;cio de agosto mas foi criticado publicamente pelo presidente Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez - e tamb&eacute;m por Cruyff, treinador - e entrou em rota de colis&atilde;o com o clube. Ainda fez 18 jogos mas, em janeiro do ano seguinte e ap&oacute;s uma goleada humilhante (5-0) sofrida no Bernab&eacute;u, decidiu que n&atilde;o jogava mais pelo Bar&ccedil;a e foi anunciado como refor&ccedil;o do Flamengo.&nbsp;
<p>Ronaldinho - O brasileiro marcou uma era no Barcelona durante 5 &eacute;pocas mas foi despachado no ver&atilde;o de 2008 e na presid&ecirc;ncia de&nbsp;Joan Laporta. O craque foi surpreendido com a decis&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o cul&eacute; na confer&ecirc;ncia de imprensa de apresenta&ccedil;&atilde;o de Pep Guardiola como treinador e em Espanha muitos acreditam que uma das raz&otilde;es para a sa&iacute;da foi a de afastar Messi dos maus h&aacute;bitos do craque canarinho.</p>
Neymar - O brasileiro rescindiu o contrato com o Barcelona no ver&atilde;o de 2017 devido a v&aacute;rios desentendimentos com Josep Maria&nbsp;Bartomeu, &agrave; imagem do que est&aacute; a acontecer com Messi.
Bernd Schuster - O alem&atilde;o assinou pelo Bar&ccedil;a em 1980, colecionou pol&eacute;micas com v&aacute;rios treinadores e a rela&ccedil;&atilde;o com o presidente&nbsp;Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez agravou-se quando&nbsp;Schuster n&atilde;o viu ser cumprida uma promessa de aumento salarial. Em 1986/87 foi afastado da equipa por ordem do presidente e voltaria a jogar na &eacute;poca seguinte mas, cansado do constante clima de crispa&ccedil;&atilde;o com a dire&ccedil;&atilde;o, deixou o clube para rumar... ao rival Real Madrid.&nbsp;
Maradona - El Pibe assinou com o Bar&ccedil;a no ver&atilde;o de 1982 mas saiu dois anos depois, na sequ&ecirc;ncia de v&aacute;rios epis&oacute;dios conturbados com a dire&ccedil;&atilde;o liderada por Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez.
Ronaldo - O Fen&oacute;meno esteve apenas uma &eacute;poca (1996/97) na Catalunha. 'Estava a negociar a minha renova&ccedil;&atilde;o com o Barcelona, ??mas decidi n&atilde;o continuar porque j&aacute; n&atilde;o confiava nos l&iacute;deres do clube', reconheceu o avan&ccedil;ado brasileiro depois de deixar o Camp Nou e rumar a It&aacute;lia para jogar no Inter.
Johan Cruyff - O holand&ecirc;s jogou nos catal&atilde;es entre 1973 e 1978 e voltou ao clube em 1988, como treinador, para montar a 'Dream Team' que revolucionou o futebol mundial e deu ao Bar&ccedil;a a primeira Liga dos Campe&otilde;es em 1991/92. Mas Cruyff deixou o comando t&eacute;cnico cul&eacute; em 1995 e de forma turbulenta, por desentendimentos com o presidente que o havia contratado, Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez.
Rom&aacute;rio - Depois de comandar o Brasil &agrave; conquista do Mundial de 1974, nos Estados Unidos, o avan&ccedil;ado pediu mais dias de f&eacute;rias antes de come&ccedil;ar a pr&eacute;-&eacute;poca no in&iacute;cio de agosto mas foi criticado publicamente pelo presidente Josep Llu&iacute;s N&uacute;&ntilde;ez - e tamb&eacute;m por Cruyff, treinador - e entrou em rota de colis&atilde;o com o clube. Ainda fez 18 jogos mas, em janeiro do ano seguinte e ap&oacute;s uma goleada humilhante (5-0) sofrida no Bernab&eacute;u, decidiu que n&atilde;o jogava mais pelo Bar&ccedil;a e foi anunciado como refor&ccedil;o do Flamengo.&nbsp;
<p>Ronaldinho - O brasileiro marcou uma era no Barcelona durante 5 &eacute;pocas mas foi despachado no ver&atilde;o de 2008 e na presid&ecirc;ncia de&nbsp;Joan Laporta. O craque foi surpreendido com a decis&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o cul&eacute; na confer&ecirc;ncia de imprensa de apresenta&ccedil;&atilde;o de Pep Guardiola como treinador e em Espanha muitos acreditam que uma das raz&otilde;es para a sa&iacute;da foi a de afastar Messi dos maus h&aacute;bitos do craque canarinho.</p>
Neymar - O brasileiro rescindiu o contrato com o Barcelona no ver&atilde;o de 2017 devido a v&aacute;rios desentendimentos com Josep Maria&nbsp;Bartomeu, &agrave; imagem do que est&aacute; a acontecer com Messi.
Nos últimos meses foram vários os sinais que a relação de Messi com a direção do Barcelona, liderada por Josep Maria Bartomeu, se foi deteriorando. E muito por isso o craque argentino decidiu comunicar ao clube a decisão de partir rumo a outras paragens. Mas a história do emblema catalão tem sido feita deste tipo de polémicas e nesta fotogaleria apresentamos sete casos - um deles, de um treinador - em que o mau ambiente com a direção provocou saídas surpreendentes. [Imagens: Reuters, Action Images, Lusa/EPA]
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